O consumo interno de cimento registou um aumento significativo em fevereiro de 2026, refletindo a robustez da atividade de construção no país. Segundo ele Instituto Nacional de Estatística e Informática (INEI), este indicador é alterado para +11,55% em relação ao mês do ano passado, em linha com maiores movimentos no setor imobiliário.
O responsável do INEI, Gaspar Morán, explicou que esta mostra responde à implementação de projetos independentes em diferentes áreas, bem como crescimento autoconstruído. o extensão Também esteve associado a empregos em sectores como a mineração, a electricidade e o comércio, que continuaram a exigir materiais de construção.
Extensões de construção e reivindicações especiais
A evolução do consumo de cimento mostra um retorno a longo prazo do investimento privado, especialmente no desenvolvimento de casas e edifícios. A maior atividade imobiliária é a principal razão para este resultado, num contexto onde a oferta de projetos continua a aumentar.
A isto soma-se a participação de empresas associadas a diferentes atividades económicas, que trouxeram investimentos em infraestruturas para promover o setor. A autoconstrução, por outro lado, continua a ser um elemento importante da procura interna, impulsionando a utilização do cimento em diversas áreas.

Declínio da indústria pesqueira
Pelo contrário, o sector das pescas apresentou resultados negativos durante o segundo mês do ano. De acordo com o relatório técnico Avanço Conjuntural da Atividade Económica, a atividade pesqueira diminuiu 5,20% face a fevereiro de 2025.
Este resultado é explicado principalmente pela menor extração de variedades de origem continental, que diminuiu 37,04%. A redução foi observada tanto no pescado destinado ao consumo in natura (-34,2%) quanto no consumo congelado (-53,5%).
Resultados mistos da pesca marítima
Ao contrário da pesca terrestre, trabalho O marítimo aumentou ligeiramente 0,74%, impulsionado pelo maior consumo de angiomas destinados ao consumo humano indireto. Em fevereiro de 2026 foram obtidas 67.094 toneladas, superando as 53.284 toneladas reportadas no mesmo mês do ano anterior, um aumento de 25,9%.
No entanto, os assentos para refeições diretas caíram 2,25%, como resultado de quedas em três dos seus quatro destinos. A queda foi registrada em enlatados (-59,1%), curados (-28,4%) e congelados (-7,6%), enquanto o consumo in natura foi o único segmento que apresentou aumento, que aumentou 14,4%.

Voltar aos hidrocarbonetos
O subsetor dos hidrocarbonetos também registou um desempenho negativo em fevereiro de 2026, tendo diminuído 9,73%. Esta diminuição está relacionada com a menor produção de petróleo, que caiu 24,3%, bem como com a diminuição da produção de gás natural (-6,2%) e de gás natural (-0,5%).
O declínio de produção petróleo bruto foi explicado pelo menor volume de diversos lotes de empresas do campo, além da suspensão dos trabalhos em alguns casos devido ao fim do acordo. Esta situação teve impacto direto nos resultados globais do subsetor.
A produção de gases e líquidos associados é reduzida
Relativamente aos líquidos de gás natural, registou-se uma diminuição devido à diminuição do nível de produção de operadores importantes, bem como a inatividade em alguns locais. Este comportamento evidenciou a menor mobilidade da extração destes recursos no período em análise.
Por seu lado, a produção de gás natural também apresentou um ligeiro decréscimo, influenciado pela diminuição verificada em diversos sectores. Em conjunto, esses resultados mostram o desempenho do setor energético em fevereiro, em contraste com o movimento observado em construção.















