Xangai (China), 8 abr (EFE).- Os comerciantes da cidade de Yiwu, no leste da China, conhecida como o “mercado do mundo” por acolher o maior mercado grossista de pequenos produtos do mundo, estão a escrever mais encomendas para o Mundial de 2026 do que para o torneio anterior, o Qatar 2022.
Segundo o portal de notícias econômicas Yicai, as vendas continuam crescendo a apenas dois meses do início da competição, que será realizada de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá.
No entanto, é importante lembrar que serão 48 seleções neste campeonato mundial, contra 32 no torneio anterior.
Mulher de negócios Chen
Entre os produtos que a Chen comercializa destacam-se chaveiros, etiquetas e imãs de geladeira.
A notícia também cita varejistas de camisas de futebol na província de Guangzhou, no sudeste, o principal centro de produção do país, que esperam vender até 150 mil itens antes do torneio, em comparação com 60 mil no Catar.
“A Copa do Mundo anterior nos deu a oportunidade de entrar no mercado do Oriente Médio e esperamos que nesta edição nossas vendas na América do Norte e na América Latina aumentem significativamente”, disse.
Segundo Zhang Zhouping, analista da Bense Think Tank, a próxima janela para os varejistas chineses chegará quando o torneio começar, especialmente em termos de mercadorias para as equipes que foram eliminadas ou que chegaram à final. EFE















