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Cory Booker critica acordo de paralisação do governo ao visitar New Hampshire

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Num discurso dirigido ao Instituto de New Hampshire, o senador de Nova Jersey Cory Booker expressou o seu descontentamento com o recente compromisso que pôs fim à paralisação do governo. Seus comentários foram feitos quando ele dividiu os holofotes com as senadoras democratas Jeanne Shaheen e Maggie Hassan, ambas com um acordo.

Booker, citando sua experiência como ex-jogador de futebol universitário, criticou a decisão de Shaheen e Hassan de cruzar as linhas partidárias, particularmente a falha na implementação de um imposto de saúde sob a lei de saúde. “Esse jogo acabou”, disse ele, parado sob os mapas dos dois homens. “Não estou feliz com isso. Acho que perdemos jardas, e o tipo de jardas que perdemos não foi um jogo; foi um problema de saúde.” Salientou a necessidade de ambas as partes mostrarem coragem nas suas decisões, caso optem por não culpar directamente os seus parceiros. “Quando você cometer um grande erro no jogo, volte ao jogo e aperte a dieta porque temos trabalho a fazer”, aconselhou.

O acordo, assinado pelo presidente Donald Trump, prevê que os fundos destinados a três projetos de lei de gastos por ano continuarão até 30 de janeiro. A República propôs ajuda sanitária para expandir a saúde, embora a sua eficácia permaneça desconhecida.

Os comentários de Booker seguiram comentários do senador Chris Murphy, que falou no mesmo local no mesmo dia. Murphy não procurou democratas individualmente, mas enfatizou que os democratas precisam suportar “dor e sacrifício” para mostrar aos americanos a verdadeira natureza da administração Trump. Ele instou seu partido a aprender com o movimento civil, que enfatiza a importância de enfrentar as verdades incômodas, que “Você sabe que todos os problemas e coisas difíceis se repetem e te apoiam na bunda.

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Dado o papel do New Hampshire, ambos os senadores fizeram perguntas sobre as suas ambições políticas para 2028. Booker, que persegue o ex-presidente em 2020, expressou sentimentos semelhantes, insistindo que regressará a New Hampshire para o próximo ciclo eleitoral “não importa o que aconteça”. A sua análise da coragem e do medo relaciona-se mais com as lutas políticas contemporâneas do que com o movimento histórico do Movimento dos Direitos Civis:

A medida destacou não só as divisões dentro do Partido Democrata sobre a última acção legislativa, mas também considerações estratégicas mais amplas à medida que se preparam para o próximo ciclo eleitoral.

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