Falta de gás liquefeito de petróleo (BPL) diretamente na casa dos milhares taxista em todo o Peru. Em TrujilloAs longas filas e os preços elevados nos postos de gasolina forçaram muitos a tomar medidas desesperadas e perigosas.
A partir de segunda-feira, 2 de março, a falta de abastecimento responde à deflagração e vazamento de gás natural no gasoduto Megantoni, Cuzcoum evento que cortou o abastecimento e afetou toda a comunidade.
Neste contexto, a imagem de um taxista utilizando um garrafa de gás doméstica a possibilidade de se deslocar pela cidade era generalizada, reflectindo a dimensão do problema.
O motorista, entrevistado pelo Notícias de sucessoexplicou que, depois de esperar duas horas na fila sem conseguir combustívelescolheu combinar a garrafa de gás de sua casa com seu carro. A conexão manual foi feita no banco dianteiro. Segundo o motorista, essa movimentação lhe permitiu trabalhar apesar dos perigos.
“Coloquei a geladeira lá porque às 2 da manhã, quando eu ia trabalhar, acabou o GLP e na bomba a fila não andou por horas.

O uso de um garrafa de gás doméstica em vez de falta de BPL Não é apenas um desafio técnico, mas também suscita preocupações sobre os perigos para os condutores, passageiros e peões.
A situação em Trujillo mostra que a falta de opções leva os trabalhadores a tomar decisões extremas para garantir o seu rendimento.
Ao mesmo tempo, os especialistas alertam sobre sérios riscos de segurança ao usar gás liquefeito de petróleo num grupo concebido especificamente para veículos a gás natural (GNV), porque ambos os combustíveis requerem sistemas técnicos diferentes.
Nos últimos dias, ocorreram incidentes em Lima onde carros pegaram fogo quando o GLP foi utilizado em um sistema não preparado para esse combustível.
Diretor de Sinistros da Gallagher Peru, Cláudia Figueroaexplica que o descumprimento pode causar explosão, incêndio e graves danos ao motor, colocando em risco o motorista, passageiros e pedestres.
Além disso, o uso indevido do combustível pode causar danos ao sistema de injeção, contaminação interna, perda de potência, problemas de partida e até perda da garantia do veículo e dos limites de cobertura do seguro.
“O GLP e o GNV trabalham com especificações técnicas diferentes. Quando há combustível incompatível no sistema, pode ocorrer explosão, incêndio ou sérios danos ao motor”, afirma Claudia Figueroa.
“Pode até significar a perda do seguro automóvel e o limite final da cobertura da apólice de seguro se for determinado que o sistema de combustível está a ser mal utilizado”, acrescentou.
Considerando esta situação, recomenda-se evitar a solução customizada e aguardar a normalização do fornecimento de GNV. Especialistas aconselham não usar combustível incompatível, verificar o funcionamento de outros sistemas, realizar manutenções periódicas e reabastecer somente em postos autorizados.
Para empresas com frotas é importante enfatizar a manutenção preventiva e o controle de abastecimento. Figueroa concluiu que embora seja compreensível buscar uma solução rápida, a segurança deve ser sempre uma prioridade.















