Após a partida de Marco Lavagna o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) e a suspensão da nova fórmula para cálculo do Índice de Preços ao Consumidor (IPC)o o custo de vida em janeiro produziu um 2,9%o que significa uma aceleração de 0,1 por cento em comparação com os dados de dezembro. Alguns analistas sugerem que, se o processo de reforma tivesse sido implementado, o número teria sido inferior.
A polêmica surgiu a partir da decisão da equipe econômica de não utilizar o novo sistema de medição, que substituiu a cesta de 2004 por outra baseada em Inquérito às Despesas das Famílias (ENGHo) 2017-2018. Isto significa que os serviços começaram a ter prioridade sobre os bens. Antes de os números finais serem conhecidos, a equipa económica tinha antecipado que os dados seriam mais baixos com o índice revisto.
Da consultora Equilibra, disseram que a diferença no IPC revisto (ENGHo 2017/18) “é a menor na medição mensal, como esperávamos: a inflação mensal será de 2,8% e a anual de 32,9% (resultado da diferença acumulada durante 2025, que não passa de 0,1).
Por seu lado, o diretor da Econviews, Miguel Kiguel, referiu que “a inflação foi de 2,9% em janeiro e o contrário ocorreu de acordo com a nossa previsão anterior, com A nova abordagem deu menos (2,7%).
“Se o peso especificado foi ajustado, o IPC deu 2,8% conforme calculado“, garantiu Salvador VitelliChefe de Pesquisa da consultoria Romano Group, em linha com o que o Ministro da Economia imaginou, Luís Caputo.
“Na verdade, a ENGHo 17/18 dá menos peso aos itens que têm aumentado significativamente a cada mês, como alimentos e bebidas, e restaurantes e hotéis.
De GMA Capitalsão o mesmo percentual da inflação do primeiro mês do ano. “Tem a ver mais do que tudo com o crescimento dos alimentos, que têm mais peso na cesta de hoje”, explicaram da ALyC.
Em janeiro de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor elaborado pelo Indec apresentou aumento de 2,9%, enquanto a variação acumulada nos últimos doze meses atingiu 32,4%.
Ao colocar a lupa em diferentes itens, os alimentos e bebidas não alcoólicas lideraram o crescimento mensal, que aumentou 4,7 por cento. Restaurantes e hotéis ficaram em segundo lugar, com alta de 4,1%.
Em termos de impacto regional, a categoria Alimentação e Bebidas Não Alcoólicas foi a que teve maior impacto nos resultados mensais, principalmente devido ao maior valor de Carnes e seus derivados e de Hortaliças, Tubérculos e Leguminosas. Pelo contrário, a Educação regista a menor variação, com 0,6 por cento, e o vestuário e calçado caíram 0,5 por cento.
Do ponto de vista das diferentes categorias de preços, os preços sazonais sofreram o maior ajustamento, com 5,7%, seguidos do IPC básico (2,6%) e do preço administrado (2,4%).
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