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Devido ao ataque a uma mulher grávida, o responsável explicou se existe mandado de detenção para o autarca de Manaure.

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Autoridades de La Guajira alertam sobre consequências jurídicas para quem divulga informações falsas sobre o prefeito e o caso Uribia – crédito @jhonpimientajusayu/Instagram

A prefeitura de Manaure, no departamento de La Guajira, recusou-se a distribuir uma versão do mandado de prisão do prefeito Jhon Galvi Pimienta Jusayu, relacionado ao atentado a tiros da psicóloga Catherin Torres Barros no dia 22 de março em Uribia.

Em nota pública, o governo municipal afirmou que se trata de informação falsa e não exclui medidas legais contra quem divulga esta versão.

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“Esta versão não tem absolutamente nenhuma base legal e contém ações irresponsáveis ​​que atacam as instituições, a credibilidade e a boa reputação daqueles que hoje exercem o poder legal concedido ao povo”, afirmou o gabinete do prefeito na carta.

Este episódio, conforme confirmado pela prefeitura em seu comunicado, é uma “ação de alerta” que ameaça a reputação do presidente e das instituições locais.

Da mesma forma, apelaram às autoridades para que investigassem os responsáveis ​​​​pela referida versão.

“Da mesma forma, declaramos que serão tomadas medidas adequadas contra os responsáveis ​​pela difusão destas informações falsas, de forma a preservar a dignidade e a boa reputação e estabilidade das instituições municipais”, acrescentaram.

Da mesma forma, fonte do Ministério Público, que foi analisada pelo meio de comunicação local El Heraldo, negou a existência de um mandado de prisão emitido contra o prefeito de Manaure e destacou que a investigação deste caso continua para identificar os responsáveis ​​materiais e intelectuais do crime.

“Isto é completamente errado. Apenas foi apresentado um despacho à Polícia Judiciária, aguardam-se os resultados. Até ao momento não se registaram quaisquer progressos e a investigação continua em curso”, afirmou o responsável arguido aos meios de comunicação social acima referidos.

Ao mesmo tempo, o Departamento de Polícia de La Guajira confirmou novamente Rádio Azul seu apoio à rejeição da referida versão, que explicava que a equipe do CTI do Ministério Público continua trabalhando para identificar os responsáveis ​​pelo ataque armado e que o prefeito não consta como investigador ou associado ao processo.



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