O grupo político basco EH Bildu anunciou que mantém contactos regulares com partidos aliados na América do Sul para acompanhar o desenvolvimento da crise na Venezuela, segundo a imprensa. Num comunicado publicado nas redes sociais, o grupo referiu detalhadamente que a monitorização dos recentes acontecimentos em Caracas e arredores responde às preocupações sobre as consequências do ataque dos EUA e da detenção do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, juntamente com a sua esposa, Cilia Flores. A declaração confirmou a vontade do grupo de trabalhar com os seus parceiros na América do Sul para avaliar a extensão da situação actual.
Segundo EH Bildu, o grupo expressou a sua “forte” rejeição ao ataque dos EUA à Venezuela e criticou o que chamou de “ataque imperialista” ao povo venezuelano, informou a mídia. O texto da declaração refere-se à intervenção dos militares norte-americanos e à prisão do presidente venezuelano como um ato que representa uma violação direta da soberania da Venezuela e como uma intervenção nos assuntos internos do país.
EH Bildu afirmou que, dada a importância dos acontecimentos mencionados, reafirma a sua defesa da soberania e autodeterminação do povo, princípios que considera inalienáveis. O artigo publicado através do seu perfil nas redes sociais indica: “EH Bildu quer condenar e rejeitar veementemente a violência imperialista dos Estados Unidos contra o povo da Venezuela e o sequestro do Presidente Nicolás Maduro, bem como todas as formas de intervenção e interferência externa”.
Em seu lugar, a educação basca estendeu a proteção destes valores ao nível internacional. O comunicado acrescenta que “defende e defende sempre o princípio da soberania nacional, da autossuficiência e da paz de todos os povos e países do mundo como um princípio inelutável”. Esta declaração reflecte a posição geral de EH Bildu em relação à interferência estrangeira, enfatizando o respeito pelo autogoverno do país.
A declaração de EH Bildu também enfatiza a importância de estabelecer vínculos activos com forças políticas na América do Sul. Segundo a formação publicada, a sua rede de comunicação permite o monitoramento contínuo das atividades na Venezuela, o que consideram essencial devido ao desenvolvimento da divisão que tem ocorrido na República Bolivariana. “Estamos conectados com o objetivo de monitorar a longo prazo os gravíssimos acontecimentos que ocorrem na República Bolivariana da Venezuela”, concluiu o grupo.
A declaração emitida por EH Bildu destaca a sua rejeição à intervenção militar liderada pelos EUA e reafirma o seu compromisso com uma posição internacional que dá prioridade à soberania nacional, à auto-suficiência e à protecção da paz para todos os povos, afirmou a comunicação social. O grupo enfatizou que todas as ações que envolvem intervenção externa são incompatíveis com estes princípios e que a sua comunicação e monitoramento visam informar e fortalecer as relações com os aliados sul-americanos em tempos de crise.















