Uma ação coletiva permitiu à Polícia Nacional do Peru (PNP) e agentes de inteligência do Exército Peruano (PE) destrói uma família dedicada ao sequestro no sul de Lima.
A pesquisa, publicada pela Televisão Latinaobserva que as principais pessoas envolvidas, conhecidas como Carlos Coro Rojas61 anos, seu filho Sebastián Coro Ocaña25 anos e a juventude Coro da Geórgia19 anos, administrou a organização chamada O monstro do suldepende de Lurin Tabladano distrito de Vila Maria del Triunfo.
Segundo a polícia, Este grupo roubou empresas de transporte público, associações de mototáxis, escolas e construtoras.exigindo dinheiro em troca de não retaliar.
A operação, resultado de semanas de vigilância por drones, revelou a chegada de armas, bombas e drogas à casa que a tribo havia transformado em centro de operações. Durante a participação foram encontrados “fusíveis de dinamite”, um “revólver”, balas e uma granada, além de muitas drogas.
Estes estão entre os presos Diego Cubas26 anos e Valéria Villalta62 anos e um menor de 17 anos em conexão com o ataque armado de fevereiro. Essas quadrilhas, segundo a investigação, conseguiram invadir a folha de pagamento do sindicato dos servidores, arrecadando salários sem fazer o seu trabalho. Um dos entrevistados estava cadastrado como empregado, mas não ia trabalhar, o que gerou preocupação entre os funcionários.
Inclusão e táticas de ameaça
Como funciona O monstro do sul focar em entrada de sindicatos e empresas de construção civil no setor. De acordo com relatórios policiais, os líderes foram forçados a incluir pessoas próximas no calendário de trabalho devido a ameaças de retaliação, que incluíram ataques armados e atrasos na implementação do projecto. Testemunhas oculares disseram à polícia que os alegados trabalhadores não estavam a fazer o seu trabalho, mas tinham recebido o seu salário integral.
A estratégia do grupo estendeu-se à manipulação de diretores de escolas e operadores de transportes, que relataram exigir pagamentos para evitar ataques ou interrupções nas suas atividades. Televisão Latina informou que, após a prisão dos dirigentes, novas vítimas procuraram as autoridades para cooperar com a investigação.
A casa utilizada pela tribo, de aparência modesta, servia como centro de recursos para organizar ameaças e armazenar armas.
Imagens feitas por um drone do Exército capturaram os movimentos dos membros e as transações de drogas nas instalações. A descoberta de armas de fogo, explosivos e substâncias ilegais confirma, segundo a polícia, a hipótese de perigo e a abrangência da organização.
Não descarta a existência de entrando mais no setor de construção ou o envolvimento de outros amigos próximos na conspiração. A polícia confirmou que a investigação ainda está aberta. Entre os intervenientes estavam histórias de extorsão e tráfico ilegal de drogas, o que complicou ainda mais o caso.















