Embora pareça um assunto visto apenas em filmes, a pirataria ainda é documentada através de assaltos à mão armada no Golfo da Guiné, no Sudeste Asiático e no Mar do Caribe, especialmente perto da Venezuela e do Haiti.
Além disso, também existem locais onde os bandidos fazem comportamento de piratas, mas nas ruas onde não há muita presença das autoridades; Um dos últimos casos a ser revelado foi registrado na Colômbia.
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Através de um anúncio oficial, A Promotoria informou que em Popayán prenderam membros de Los Pinos, uma organização criminosa dedicada a piratas terrestres que visam roubar caminhões na Rodovia Pan-Americana..

Segundo o relatório, quatro suspeitos foram detidos por roubo de veículos, especialmente veículos carregados com mercadorias caras que circulam no corredor internacional.
Os suspeitos foram detidos durante diversas operações registadas em Popayán, depois de as autoridades terem recolhido provas de como cometeram crimes desde 2024. A Procuradoria afirmou que os presos estavam distribuídos ao longo do corredor Popayán – Cajibío, Piendamó – Caloto, e nas localidades de El Túnel, El Mango, Tunía e na localidade de Pescador..

Uma das coisas que chamou bastante a atenção no relato feito pelos governantes foi que os criminosos se disfarçavam de funcionários públicos fardados para realizar buscas e roubos de mercadorias.
“Para realizar o salto, os supostos integrantes de “Los Pinos”, armados com armas, se declararam soldados do Estado, montaram um posto de controle ilegal e desta forma apreenderam as mercadorias e escaparam com os carros roubados.
Na última parte é dito que Os quatro detidos estão indiciados por formação de quadrilha para a prática de crime, roubo qualificado e posse ilegal de arma de fogo.; Estes foram identificados como Nemesio Mamian, Jonathan López, Robinson Muñoz e Anderson Stiven López, que foram presos apesar de não aceitarem as acusações.

Na Colômbia, os crimes de associação criminosa, roubo qualificado e agravado e posse ilegal de armas são classificados no Código Penal e acarretam penas de prisão que variam de acordo com as circunstâncias e os agravantes de cada caso.
Conspiração para cometer um crime, de acordo com o artigo 340 do Código Penal, significa que duas ou mais pessoas trabalham juntas para cometer um crime. A pena básica é de três a seis anos de prisão, mas é aumentada caso a organização pretenda cometer crimes graves, como homicídio ou sequestro..
O furto qualificado e agravado refere-se à apropriação de bens alheios, com uso de violência, ameaças ou quando há circunstâncias agravantes, como uso de armas ou múltiplos assuntos. A pena, segundo o artigo 240 e seguintes, pode ir de seis a dezesseis anos de reclusão, dependendo do valor dos bens furtados e da presença de agravantes..
O porte ilegal de armas de fogo, definido no artigo 365, pune quem porta, possui ou exporta armas de fogo sem autorização. A pena é de nove a doze anos de prisão, aumentada se o exército possuir armas de uso pessoal ou se estiver relacionada com outro crime.















