O congresso acontece apenas entre sexta-feira, 20 de fevereiro, e segunda-feira, 23 de fevereiro. Guido Bellido (agora no Podemos Peru) apresentou 50 projetos de lei. Um deles menciona diretamente um dos candidatos presidenciais da República: Rafael López Aliaga.
Sua proposta, embora não se aplique às eleições de 2026, pode alterar a próxima, pois visa garantir candidatos devedores ao governo. Controle Nacional de Alfândegas e Impostos Especiais não pode concorrer a um cargo público.
Os artigos de apoio ao candidato mencionam diretamente os assuntos atuais do candidato Rafael López Aliaga: de acordo com informações publicadas no jornal A Repúblicana entrevista de Rafael López Aliaga há sete empresas em situação de ‘cancelamento de registro ex officio’ perante a Sunat, com possíveis irregularidades fiscais, até quase S/13 milhões.

“O objetivo desta lei é fortalecer a integridade, honestidade e responsabilidade financeira daqueles que se candidatam a cargos. eleição popularestabelecendo como condição essencial para a inscrição dos candidatos a não manutenção das dívidas fiscais aplicáveis e obrigatórias ao Estado, para garantir o respeito pelos princípios da unidade financeira e da correta gestão dos recursos públicos”, dizia a recomendação de Bellido.
A proposta desta ação legislativa é alterar o texto da Constituição Política do Peru, artigos 90°, 110° e 124°, que tratam dos requisitos para eleições. Por exemplo, ele sugere alterar a redação exigida para candidaturas presidenciais para ler:
“O Presidente da República é o Chefe de Estado e representa a nação. Se você deseja ser Presidente da República, deve ser peruano de nascimento, ter mais de trinta e cinco (35) anos no momento da solicitação, ter direito de voto, estar inscrito no Registro Nacional de Identidade e Estado Civil e não possui nenhuma dívida fiscal aplicável ou cobrança forçada com a Sunat ou outra administração tributária”.

A mesma é a exigência para quem concorre ao parlamento, senadores, prefeitos e até ministros.
“Ei Júri de Seleção Nacional verificar o cumprimento da reclamação de créditos tributários não aplicáveis através das informações prestadas pela Sunat e pelas autoridades fiscais regionais e municipais, de acordo com o sistema de negociação que foi estabelecido”, diz o artigo.
Para Bellido, a situação dos requerentes com dívidas fiscais é “particularmente preocupante, porque aqueles que não respeitam as suas obrigações financeiras para com o Estado pretendem assumir as suas responsabilidades públicas que tomarão decisões transcendentais que afectam directamente o erário nacional”.

“Tal situação viola o princípio do exemplo que deveria reger a implementação dos serviços públicos e envia uma má mensagem aos cidadãos ao facilitar a evasão fiscal, enfraquece a cultura financeira e elimina a autoridade moral do Estado para exigir o pagamento de impostos e punir o Estado. evasão fiscal ou inadimplência”, destacou Bellido.
Assim, detalhadamente, ele acredita que as condições não são punições ou restrições arbitrárias ao direito à participação política, mas medidas objetivas que podem ser verificadas diretamente relacionadas ao interesse público, visando fortalecer a ética e a responsabilidade financeira daqueles que desejam representar e trabalhar no governo.















