O estudo liderado pelo Instituto Hospital del Mar Respural, em Barcelona, inclui outros centros europeus que afirmam que a depressão persistente não é uma forma maior de depressão, mas uma “condição biológica”.
O trabalho, publicado na revista ‘cérebro, comportamento e imunidade’, analisou o sangue de 300 pessoas com epilepsia grave, e a genética da depressão que não encontrou tratamento, informou o hospital que não encontrou em comunicado esta sexta-feira.
O investigador do Instituto de Paris do primeiro-ministro francês, que participou no estudo, explicou que muitos destes genes estão ligados ao sistema imunitário, à regulação comportamental e aos distúrbios da voz, sendo todos “importantes na depressão biológica”.
Ele disse:
Os resultados reduzidos que foram confirmados em pacientes com antidepressivos padrão sugeriram que esta pode ser a razão pela qual esses tratamentos “frequentemente” falham nessas pessoas.
O estudo apresenta os primeiros resultados do Consórcio Putrom, que foi financiado pelo programa Europeu Europeu, que visa construir um modelo de aprendizagem automática para prever quais os pacientes que estão em risco de depressão.















