Washington, DC – 12 de abril – em um grande acontecimento, os democratas na Câmara dos Representantes anunciaram uma série de vídeos de casa, que incluíam o presidente eleito Donald J. Trump. Os documentos sugerem que Epstein alegou que Trump estava ciente de seus erros e passou muito tempo com uma das supostas vítimas.
Os e-mails, divulgados na quarta-feira, são de comunicações entre Epstein e Ghislaine Maxwell em 2019, pouco antes da morte de Epstein. Numa mensagem, é dito que Epstein escreveu que Trump “passava horas na minha casa” na família de um homem que foi vítima e “sabia sobre a menina”, revelando o comportamento abusivo de Epstein. Esta divulgação faz parte de uma investigação em curso sobre a rede Epstein e possíveis encobrimentos, com os membros do comité a sublinhar a necessidade de transparência.
De acordo com os documentos divulgados, Epstein referiu-se a Trumples no setor privado, criando uma relação que se estendeu para além do setor público. O New York Times informou que os e-mails de Epstein indicavam claramente que Trump fazia visitas frequentes durante sua residência. Da mesma forma, a cobertura do Washington Post destacou a alegação de que Trump passou “horas” com a vítima, conforme detalhado no aviso legal.
O presidente Trump negou consistentemente qualquer coisa errada com Einstein, descrevendo as acusações como um “imposto” criado por oponentes políticos. O seu representante apontou declarações anteriores que o distanciaram de Epstein após a primeira condenação em 2008, salientando que os dois já se tinham desentendido. Nenhuma evidência surgiu destes e-mails apontando para o envolvimento criminoso de Trump, e os documentos parecem refletir as palavras de Epstein. Não é uma conta verificada. Não é uma conta verificada. Não é uma conta verificada. Conta não verificada Conta não verificada Conta não verificada Conta não verificada Conta não verificada Conta não verificada
A publicação gerou comentários de ambos os lados do corredor político. Os líderes democratas no comitê, incluindo os deputados Raúl Grijalva e Thomas Massie, pediram a divulgação completa do arquivo de Epstein, dizendo que os e-mails destacam a cesta. “A resposta republicana apontou a medida como um esforço partidário para minar a recente vitória eleitoral de Trump, e alguns rejeitaram os e-mails como uma lacuna não revelada de uma fonte destituída.
Este documento adiciona os arquivos Epstein Epstein desaparecidos, o que acalmou as figuras de alto nível do orbal. Epstein, que morreu por suicídio em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações federais relacionadas a esportes, é uma conexão sensata entre negócios e política. Uma investigação minuciosa por um intérprete do Congresso visa explorar possíveis descuidos em investigações preliminares.
Especialistas jurídicos observam que mesmo os e-mails não têm um novo significado, não são provas diretas e podem enfrentar desafios à liberdade por causa da posição de Epstein. Publicar ou ouvir mais poderia lançar luz adicional sobre estas exigências, a influência pública que poderia conduzir o discurso público na transição para a sua posição.
Fontes indicam que o comitê obteve esses e-mails através do espólio de Epstein como parte de um esforço de vigilância mais amplo. Todas as implicações permanecem nos bastidores, com apelos à verificação independente por parte de múltiplas partes interessadas.















