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Espanha, Alemanha, Itália, Áustria e Portugal pedem à União Europeia um novo imposto sobre os lucros das empresas energéticas por causa da guerra no Irão.

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FOTO DO ARQUIVO: Bombas de gasolina no posto de gasolina TotalEnergies em Paris, França, 25 de março de 2026. REUTERS/Benoit Tessier

Os Ministros da Economia e Finanças de Espanha, Alemanha, Itália, Áustria e Portugal solicitaram à Comissão Europeia que desenvolvesse rapidamente novo imposto estruturado tributar ganhos extraordinários no sector da energia, em resposta ao aumento dos preços do petróleo causado pelo conflito no Médio Oriente e pela crise com o Irão.

Numa carta assinada em 3 de abril e dirigida a Wopke Hoekstra, Comissário para o Clima, Emissões Líquidas Zero e Crescimento Limpo, os líderes dos cinco países estabeleceram a necessidade de um quadro jurídico para a sociedade que evite o fardo da crise energética. recai apenas sobre o cliente e o orçamento do governo. Segundo os signatários, a situação actual exige uma intervenção europeia urgente para corrigir a perturbação do mercado causada pela turbulência geopolítica.

O Vice-Presidente e Ministro da Economia, Comércio e Negócios de Espanha, Carlos Body, Giancarlo Giorgetti, o seu homólogo italiano Giancarlo Giorgetti, Joaquim Miranda Sarmento (Ministro de Estado e das Finanças de Portugal), Lars Klingbeil (Ministro das Finanças da Alemanha) e Markus Marterbauer (Ministro das Finanças da Áustria), afirmam que o novo imposto permitirá condições financeiras para o financiamento. reduzir a inflação energia e inflação, o equilíbrio financeiro não se deteriora nacional. O pedido surge após vários debates do Eurogrupo onde foi discutido o desafio de manter a estabilidade orçamental face aos actuais limites de despesa.

Os ministros enfatizaram na carta a importância de mensagem política clara perante os cidadãos europeus e o mercado. “Essa solução europeia será um sinal para os cidadãos dos Estados-membros e para a economia em geral, mostrando que estamos unidos e podemos assumir responsabilidades”, afirma a carta.

(novo por extensão)



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