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Especialistas comportamentais identificam 7 obstáculos que impedem a mudança de hábitos

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A especialista comportamental Katy Milkman descreve sete barreiras globais à mudança de comportamento, de acordo com a ciência comportamental (Video Capture)

A dificuldade em mudar hábitos não depende da incompetência pessoal, mas da falta de estratégias eficazes. É assim que se chama Dra.professor de Escola Wharton no Universidade da Pensilvâniareferência internacional nas ciências comportamentais.

Durante a última transmissão de Podcast de Mel RobbinsMilkman observa que a mudança é uma habilidade que pode ser aprendida, “como usar o Excel”, se forem utilizadas ferramentas comprovadas.

“Aprender a mudar é uma habilidade, não uma questão de vontade ou força.”Leiteiro explicou. Em discussão com Robbins, o pesquisador Rejeita a crença de que o esforço é suficiente para alcançar a mudança. “O mais prejudicial é pensar que algo está errado com você se você não consegue mudar. Na verdade, falta a estratégia certa”, confirmou no podcast.

Com base em duas décadas de pesquisa e na colaboração de uma equipe de mais de 180 cientistas, Milkman sete grandes barreiras internas o que dificulta a adoção e manutenção de novos hábitos. “Estes obstáculos são humanos: têm impacto sem distinção de idade, género ou cultura”, explicou.

Mudanças de hábitos a longo prazo
A mudança de hábitos a longo prazo depende não só da força de vontade, mas da implementação de estratégias apoiadas em investigação científica (Captura de Vídeo)

De acordo com a estrutura conceitual, o Os fatores internos que retardam a mudança são:

  1. É difícil começar: “O primeiro desafio é apenas começar”, disse Milkman. O ‘efeito recomeço’, ou seja, a predisposição psicológica criada por marcos importantes como o início do ano, os aniversários ou as segundas-feiras.“Funciona como a primeira faísca, mas não garante o alcance da meta”ele avisou.
  2. Impulsividade: “Temos uma forte tendência de buscar gratificação instantânea”, disse ele. Por isso, recomenda mudar de emprego relacionado a atividades interessantes e sociais: “Faça a mudança agradável e social sempre que puder; a dor leva ao abandono”, disse.
  3. Procrastinação: “Temos a tendência de adiar as coisas difíceis para mais tarde”, observou Milkman. Em vez disso, ofereça incentivos concretos, como estabelecer prazos ou impor sanções financeiras caso as metas não sejam cumpridas.
  4. esquecido: O especialista apontou a tendência de superestimar o quanto nos lembramos de acontecimentos importantes. “Você não está errado por falta de interesse, mas por ser esquecido”, alertou. Ferramentas como listas de verificação e planos com indicações específicas de quando e onde fazer as coisas ajudam a combater esta situação. esquecimento estrutural.
  5. Tendências em direção ao conforto: “A preguiça é na verdade uma tendência de procurar o caminho mais fácil”, explicou. Sua sugestão é ajustar o ambiente para corresponder ao comportamento desejado a opção mais simples: “Aproveitar a automação e construir hábitos repetitivos para reduzir conflitos”.
  6. Baixa confiança pessoal: “Se você não acredita que pode mudar, é quase impossível”, alertou. Para reverter isso, Milkman sugere a construção de uma mentalidade construtiva, vendo a adversidade como uma oportunidade de aprendizagem e aumentando a confiança por meio de apoio social ou dramatização.
  7. Controle Social: “O ambiente social molda nossos desejos e limitações”, afirma Milkman. Ela recomenda cercar-se de pessoas inspiradoras e modelos, pois estar perto de pessoas que superaram desafios semelhantes facilita a adoção de novos comportamentos.

o Dra. Recomenda aproveitar “marcos de vida – mudanças, mudanças de carreira, aniversários – (que) apresentam uma página em branco que deve ser aproveitada” e recomenda tornar esses novos começos pessoais com objetivos concretos. Para impulsividade, aconselhe “casamento tentação”que vincula tarefas exigentes com recompensas imediatas para tornar o processo “mais agradável e sustentável”.

Impulsividade e pesquisa
A impulsividade e a busca pela gratificação instantânea impedem a formação de novos hábitos, por isso Milkman recomenda associar o esforço à recompensa imediata (Captura de vídeo)

Em vez de procrastinar, ele sugere “Mecanismo de compromisso”. “Você pode impor multas, como perder dinheiro se não cumprir, ou revelar suas intenções a pessoas próximas para aumentar a pressão social”, explicou. Para combater o esquecimento, recomende listas e planos com sinalização clara, pois “Pessoas que planejam quando, onde e como irão realizar um comportamento são mais eficazes.”

Milkman destaca isso torne bons hábitos automáticos reduzir a necessidade de autocontrole: “Muitas pessoas aparentemente disciplinadas têm rotinas organizadas.”

Quando se trata de autoconfiança, ele recomenda construir uma mentalidade construtiva e orientar outras pessoas, o que “Aumenta a automotivação”. Por fim, destaca que “o grupo reforça o compliance, porque não queremos decepcionar os outros, e transforma o processo em algo divertido e sustentável”.

A chave para a confirmação de um
A chave para construir uma mudança duradoura de hábitos é estabelecer metas claras, enfrentar obstáculos e manter a autocompaixão diante de contratempos (Captura de Vídeo)

As evidências apoiam vários passos que aumentam a probabilidade de sucesso: desenvolver objectivos concretos e mensuráveis, desenvolver um plano claro para quando, onde e como alcançá-los, adicione um elemento divertido e social e esperar obstáculos para satisfazer o processo.

“Se a busca pelos seus objetivos doer, você desistirá. É assim que trabalhamos”O Leiteiro avisou no Podcast de Mel Robbins. Por isso, ressalta que a mudança deve ser satisfatória e relacionada ao ambiente social e emocional.

Para concluir, Milkman convida você a mostrar compaixão durante o processo de transformação. Lembre-se de que os contratempos são uma parte natural da jornada e a margem para erros é essencial para seguir em frente. Compreender a humanidade permite aprender, ajustar e seguir em frente para uma vida melhor.



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