A dificuldade em mudar hábitos não depende da incompetência pessoal, mas da falta de estratégias eficazes. É assim que se chama Dra.professor de Escola Wharton no Universidade da Pensilvâniareferência internacional nas ciências comportamentais.
Durante a última transmissão de Podcast de Mel RobbinsMilkman observa que a mudança é uma habilidade que pode ser aprendida, “como usar o Excel”, se forem utilizadas ferramentas comprovadas.
“Aprender a mudar é uma habilidade, não uma questão de vontade ou força.”Leiteiro explicou. Em discussão com Robbins, o pesquisador Rejeita a crença de que o esforço é suficiente para alcançar a mudança. “O mais prejudicial é pensar que algo está errado com você se você não consegue mudar. Na verdade, falta a estratégia certa”, confirmou no podcast.
Com base em duas décadas de pesquisa e na colaboração de uma equipe de mais de 180 cientistas, Milkman sete grandes barreiras internas o que dificulta a adoção e manutenção de novos hábitos. “Estes obstáculos são humanos: têm impacto sem distinção de idade, género ou cultura”, explicou.

De acordo com a estrutura conceitual, o Os fatores internos que retardam a mudança são:
- É difícil começar: “O primeiro desafio é apenas começar”, disse Milkman. O ‘efeito recomeço’, ou seja, a predisposição psicológica criada por marcos importantes como o início do ano, os aniversários ou as segundas-feiras.“Funciona como a primeira faísca, mas não garante o alcance da meta”ele avisou.
- Impulsividade: “Temos uma forte tendência de buscar gratificação instantânea”, disse ele. Por isso, recomenda mudar de emprego relacionado a atividades interessantes e sociais: “Faça a mudança agradável e social sempre que puder; a dor leva ao abandono”, disse.
- Procrastinação: “Temos a tendência de adiar as coisas difíceis para mais tarde”, observou Milkman. Em vez disso, ofereça incentivos concretos, como estabelecer prazos ou impor sanções financeiras caso as metas não sejam cumpridas.
- esquecido: O especialista apontou a tendência de superestimar o quanto nos lembramos de acontecimentos importantes. “Você não está errado por falta de interesse, mas por ser esquecido”, alertou. Ferramentas como listas de verificação e planos com indicações específicas de quando e onde fazer as coisas ajudam a combater esta situação. esquecimento estrutural.
- Tendências em direção ao conforto: “A preguiça é na verdade uma tendência de procurar o caminho mais fácil”, explicou. Sua sugestão é ajustar o ambiente para corresponder ao comportamento desejado a opção mais simples: “Aproveitar a automação e construir hábitos repetitivos para reduzir conflitos”.
- Baixa confiança pessoal: “Se você não acredita que pode mudar, é quase impossível”, alertou. Para reverter isso, Milkman sugere a construção de uma mentalidade construtiva, vendo a adversidade como uma oportunidade de aprendizagem e aumentando a confiança por meio de apoio social ou dramatização.
- Controle Social: “O ambiente social molda nossos desejos e limitações”, afirma Milkman. Ela recomenda cercar-se de pessoas inspiradoras e modelos, pois estar perto de pessoas que superaram desafios semelhantes facilita a adoção de novos comportamentos.
o Dra. Recomenda aproveitar “marcos de vida – mudanças, mudanças de carreira, aniversários – (que) apresentam uma página em branco que deve ser aproveitada” e recomenda tornar esses novos começos pessoais com objetivos concretos. Para impulsividade, aconselhe “casamento tentação”que vincula tarefas exigentes com recompensas imediatas para tornar o processo “mais agradável e sustentável”.

Em vez de procrastinar, ele sugere “Mecanismo de compromisso”. “Você pode impor multas, como perder dinheiro se não cumprir, ou revelar suas intenções a pessoas próximas para aumentar a pressão social”, explicou. Para combater o esquecimento, recomende listas e planos com sinalização clara, pois “Pessoas que planejam quando, onde e como irão realizar um comportamento são mais eficazes.”
Milkman destaca isso torne bons hábitos automáticos reduzir a necessidade de autocontrole: “Muitas pessoas aparentemente disciplinadas têm rotinas organizadas.”
Quando se trata de autoconfiança, ele recomenda construir uma mentalidade construtiva e orientar outras pessoas, o que “Aumenta a automotivação”. Por fim, destaca que “o grupo reforça o compliance, porque não queremos decepcionar os outros, e transforma o processo em algo divertido e sustentável”.

As evidências apoiam vários passos que aumentam a probabilidade de sucesso: desenvolver objectivos concretos e mensuráveis, desenvolver um plano claro para quando, onde e como alcançá-los, adicione um elemento divertido e social e esperar obstáculos para satisfazer o processo.
“Se a busca pelos seus objetivos doer, você desistirá. É assim que trabalhamos”O Leiteiro avisou no Podcast de Mel Robbins. Por isso, ressalta que a mudança deve ser satisfatória e relacionada ao ambiente social e emocional.
Para concluir, Milkman convida você a mostrar compaixão durante o processo de transformação. Lembre-se de que os contratempos são uma parte natural da jornada e a margem para erros é essencial para seguir em frente. Compreender a humanidade permite aprender, ajustar e seguir em frente para uma vida melhor.















