A situação política em torno da reforma sanitária na Colômbia mudou com a apresentação atenta de outras atuações, segundo fontes acadêmicas Em FMconseguiu reunir a maioria necessária para sua aprovação na sétima comissão do Senado da República.
Este novo artigo, que promoveu o partido independente, Surge como resultado da falta de consenso nas propostas apresentadas pelo pacto e pelo centro democráticonada disso gerará apoio suficiente para avançar no Congresso.
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A senadora Norma Murtado está preparando cuidadosamente os detalhes finais de outra apresentação, que deverá ser protocolada na segunda-feira, 22 de setembro.
O Paciente expressou a preocupação de longo prazo sobre o financiamento do projeto e a organização fiscal que foi dada pelo Ministério das Finançasembora pense que o novo texto incorpora as exigências de diversas forças políticas em relação à melhoria do sistema de saúde.

Nas palavras do Congresso, “O tempo dirá se temos a maioria, se estamos prontos para apoiar e se estamos prontos para garantir aos colombianos“, portanto não há perigo na gestão dos riscos sanitários, que é o mais importante, ou na gestão dos riscos, que é a gestão de quase 100 bilhões de pesos por ano.”
Entre as residências centrais de outras manifestações está a rejeição da identidade nacional do sistema de saúde. A abolição do EPS não é um pensamento, mas a sua transformação em arrozaisalém de manter o fluxo de recursos diretamente para hospitais e clínicas. O modelo de financiamento proposto procura ser sustentável a longo prazo.

Quanto à alteração da força, a expressão democrata conta apenas com o apoio dos dois senadores, Hadrioha Henríquez e Alirio Barrera, são apenas 16 possíveis, que não têm opção de sucesso.
Por um lado, Uma proposta de história rápida, apoiada pelo governo, pode somar entre cinco e seis votos.dos senadores Martha Peralta, Fabián Díaz, Omar de Jesús Restrepo, Wilson Arias, Fernán Silva e possivelmente Berenice Bedoya. Porém, esse número não chega à maioria, pois votarão oito senadores.
Já o programa alternativo conta inicialmente com seis votos: Norma MurtaDo, Esperanza Ana Paola Agoudelo, Lorena Ríos, Miguel Ríos, Miguel anjo porta e talvez Nadia BLEL. A principal diferença é a possibilidade de alguns senadores do ritmo histórico aderirem a esta proposta, evitando assim que o projeto naufrague e permitindo que iniciativas independentes cheguem a 12 votos.
A fonte considerou que o partido considera que não interfere no projecto, na memória da reforma da obra, que foi rejeitada pelo Sétimo Comandante e reacolhida pela Quarta Comissão após recurso.
Esta previsão confirma a vontade de evitar os mesmos resultados e de procurar soluções negociadas que permitam a aprovação das reformas sanitárias.

O desempenho negativo foi demonstrado na sétima comissão dos senadores do Senado na aplicação da economia da reforma sanitária proposta pelo governo de Gustavo Petro.
O relatório, submetido ao Senado pelo Projeto de Lei 410 em 2025 e reunido nos projetos 312 e 135 em 2024, descrevendo a ação como uma “distração” e um “público legislativo” que interessará a atenção e milhões de vidas em risco.
Entre os debates centrais, os palestrantes alertam A reforma não tem aprovação financeira aleatória e o relatório do Ministério das Finanças não é tendencioso na impressão: 1,26 biliões de dólares para 2025-2034, 1,336 biliões de dólares para 2023-2034 e 1,576 biliões de dólares para 2026-2036. O documento confirma que “sem que a renda dos três não mude ao longo do tempo… parece prever a saúde e o orçamento de 50 milhões de colombianos, saúde sem sentido, sem sentido”.
Além disso, salienta-se que o custo para o primeiro ano de execução, em 2026, é de 109 mil milhões de dólares, enquanto o orçamento nacional já apresenta um défice de 26 milhões de dólares.















