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Feijóo critica Sánchez por não apresentar orçamento para a guerra: Ucrânia aprovou e luta contra Putin

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Alberto Núñez Feijóo, notando que o Governo da Ucrânia conseguiu aprovar o seu orçamento durante a guerra com a Rússia, rejeitou o argumento do Executivo espanhol que diz que o atraso nas contas públicas causou a crise internacional. Tal como inicialmente noticiado pela comunicação social, Feijóo utilizou este exemplo para questionar a explicação dada publicamente pelo Presidente do Governo, Pedro Sánchez, relativamente ao atraso na apresentação do Orçamento Geral do Estado.

Segundo fontes, Sánchez de Bruxelas disse que o Governo está a concentrar-se em trabalhos “importantes e urgentes”, especialmente na aprovação de um pacote de medidas para fazer face às consequências do conflito no Irão. O Conselho de Ministros pretende discutir, na reunião desta sexta-feira, o conjunto de ações em resposta aos resultados da guerra.

A Primeira Vice-Presidente e Ministra das Finanças, María Jesús Montero, confirmou que a apresentação do orçamento geral será adiada. O Executivo garantiu que a conta será aprovada durante o primeiro trimestre do ano, mas Montero confirmou que neste momento a “prioridade” do Governo está centrada na negociação do decreto-lei que pretende mitigar o impacto do conflito no Irão, conforme detalhado na primeira publicação.

Ao justificar a demora do governo, Feijóo aproveitou a sua intervenção para enfatizar divergências no caso ucraniano. “Zelensky está a lutar contra Putin. Sánchez está a lutar contra a verdade”, afirmou o líder do Partido Popular num comunicado publicado na rede social ‘X’, recolheram fontes. Feijóo confirmou que, embora a Ucrânia enfrente um conflito armado, o seu governo conseguiu obter o apoio necessário no parlamento – Verkhovna Rada – para aprovar o orçamento nacional.

Segundo a imprensa, Feijóo fez estes anúncios depois de participar na reunião do Partido Europeu (PPE), em Bruxelas. Depois criticou o que descreveu como uma situação de fragilidade parlamentar no Governo de Pedro Sánchez e sublinhou que a falta de prestação de contas públicas mostra, na sua opinião, que o Executivo se tornou um “zumbi político”. O líder popular considerou que, nesta situação, a possibilidade “lógica” seria que Sánchez convocasse eleições gerais.

A polémica sobre a apresentação do Orçamento do Estado surge no meio da instabilidade causada por conflitos internacionais e debates nacionais sobre a resposta do governo. Feijóo insiste que a situação actual, marcada pela crise no Irão e pela ausência de uma maioria estável no Congresso, deve traduzir-se no avanço das eleições e não no atraso da gestão do orçamento.

Os meios de comunicação originais sublinharam que tanto Sánchez como Montero confirmaram o compromisso do Governo com as medidas de emergência e o escudo social contra as consequências da guerra, mas, segundo Feijóo, a comparação com a administração ucraniana revela uma realidade diferente na administração política espanhola.



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