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Foram apreendidos 625 quilos de metanfetamina misturada com óleo de coco do México

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Madrid, 23 de março (EFE).- A Guarda Nacional e a alfândega do departamento fiscal apreenderam 625 quilos de metanfetamina armazenados num armazém em Arganda del Rey (Madrid) que chegou em meados de fevereiro de avião vindo do México com um carregamento de 36 latas de óleo de coco.

A operação denominada Nucifera representa um grande golpe nesta linha de distribuição de drogas sintéticas, na qual foram detidas cinco pessoas – quatro ficaram presas – incluindo a pessoa conhecida na rede de tráfico de drogas como o Cartório encarregado de verificar se o transporte dessas drogas foi realizado conforme o combinado.

Esta pessoa, um cidadão mexicano, foi detida ao desembarcar do voo proveniente do México, segundo informou na segunda-feira o Diretor-Geral da Guarda Civil, que explica que a investigação começou no dia 19 de fevereiro, quando funcionários da Guarda Civil e da Agência Tributária encontraram no aeroporto de Madrid artigos suspeitos provenientes daquele país.

Os itens declarados incluem 36 garrafas de óleo de coco. Após exame físico e amostragem, o Laboratório Central de Alfândega e Impostos Especiais do Departamento de Impostos Especiais confirmou que todos os contêineres continham entorpecentes.

No entanto, os agentes permitiram que a mercadoria fosse movimentada e armazenada na localidade de Arganda del Rey, onde estão instalados equipamentos de vigilância desde 24 de fevereiro. Controlavam também a morada do destinatário final da mercadoria e do responsável pela gestão da logística (pagamento de impostos, frete e armazenamento).

Durante o acompanhamento, os investigadores souberam que um dos suspeitos subiu três vezes ao armazém para verificar o estado da mercadoria, para realizar o controlo.

Além disso, a relação entre os dois investigadores também foi estabelecida, pois o encontro de duas horas entre as duas partes foi constatado num bar. Após a análise da base de dados, foi confirmado que existe uma ligação entre estas duas pessoas, que já foram apontadas como responsáveis ​​pela fraude em 2015.

No dia 1º de março, e continuando a vigilância, outros dois presos, um de nacionalidade espanhola e outro de nacionalidade mexicana, reuniram-se e conversaram numa área discreta do mesmo local.

Durante esta conversa, os embaixadores confirmaram que os cidadãos mexicanos têm uma responsabilidade maior do que outros. Os investigadores confirmaram que a motocicleta com a qual o portador do passaporte mexicano saiu da reunião pertencia ao investigado.

Após várias semanas de investigação e vigilância, estes criminosos procederam à detenção de cinco pessoas envolvidas na importação e posse da droga, no dia 5. EFE

(vídeo)



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