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Força Aérea, Exército e Marinha começaram nesta segunda-feira a reforçar a segurança nacional

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As Forças Aérea e Espacial, as Forças Terrestres e a Marinha iniciam na segunda-feira o exercício que visa integrar as suas capacidades e reforçar o sistema nacional de defesa aérea.

O exercício, denominado ‘Olho de Águia’ e que durará até quinta-feira, decorrerá nas bases de Rota, Morón e Golfo de Cádiz sob a direção do Comando Operacional Aéreo e o controlo do Comando de Operações (MOPS).

Em nome das Forças Aéreas e Espaciais, seis caças F-18 da 12ª Ala, baseados em Torrejón de Ardoz, participam na missão de alerta rápido. Durante os cinco dias de ativação, continuarão treinando aeronaves e pilotos no trabalho de polícia aérea, além de realizar operações de alerta que exigem saída em menos de 15 minutos ao avistar rastros desconhecidos.

Para o efeito, segundo o Estado-Maior da Defesa (EMAD), serão enviados para a Base Aérea de Morón, em Sevilha, cerca de 60 pilotos, entre tripulantes, manutenção e apoio.

A vigilância aérea ficará a cargo do Grupo Central de Comando e Controlo (Grucemac), localizado na base aérea de Torrejón, que utilizará dados dos diferentes Esquadrões de Vigilância Aérea (EVA), bem como informações de equipamentos terrestres e marítimos. Devido à sua localização, o EVA 3, localizado em Constantine (Sevilha), participará diretamente; EVA 9, em Motril (Granada), e EVA 11, em Alcalá de los Gazules (Cádiz).

Da mesma forma, o Centro de Operações Aéreas (AOC) de Torrejón de Ardoz será destacado como comando e controle durante a execução do exercício, garantindo o controle tático da vigilância, polícia aérea e defesa aérea. A coordenação e o controle tático fornecidos pelo Esquadrão de Controle Aéreo de Sevilha serão fundamentais para atingir os objetivos da missão.

TERRA E MAR

No terreno, o Exército posiciona a Unidade de Defesa Antiaérea (UDAA), sob a liderança do Tenente Coronel Felix Antonio Ayala Sánchez, II-73, nas proximidades da Base Naval de Rota e nas proximidades de Vejer de la Frontera.

Esta unidade, parte do Sistema de Defesa Aérea, completará a vigilância aérea e defenderá as áreas designadas usando armas antiaéreas HAWK, Patriot, Mistral e artilharia 35/90.

Por sua vez, a Marinha participa na fragata F-104 ‘Mendez Núñez’, que navegará nas águas do Golfo de Cádiz incluída no sistema de defesa aérea. Este navio proporcionará capacidades de vigilância e defesa aérea, além de fortalecer a cobertura proporcionada pelos Esquadrões de Vigilância Aérea e pela UDAA instalados graças aos avançados sistemas de radar e mísseis para detecção e neutralização de ameaças de longo alcance.



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