A morte de Yeison Jiménez em 10 de janeiro na zona rural de Paipa, Boyacá, após um acidente de avião chocou a Colômbia e o continente.
Aquele que foi considerado um dos maiores da região colombiana, Ele foi homenageado na Movistar Arena em 14 de janeiro em uma apresentação que contou com a banda junto com cantores convidados, que se apresentou em dois atos, pensados para atrair o maior público.
Você pode nos seguir agora Facebook e em nós Canal WhatsApp
Porém, o evento terminou mais cedo devido à agitação no bairro e ao comportamento de alguns participantes.
O que precede levou um dos colegas de Jiménez, Giovanny Ayala, a manifestar a sua rejeição à homenagem, que descreveu como um “circo”. Pela rede social, ele explicou que não compareceu por conta de uma experiência anterior ruim em evento semelhante e criticou o clima da festa, que, segundo ele, não é compatível com o luto. Ele ressaltou que os colegas estavam embriagados e acredita-se que o comportamento de alguns artistas durante a cerimônia de despedida foi inadequado.
O cantor e compositor disse que não compareceu ao evento porque não fazia sentido – crédito @emfuror/Instagram
Embora o granadino, Meta, tenha enviado as suas condolências à família Caldense e participado numa missa especial em homenagem a Jiménez e outras vítimas da catástrofe, que ofereceu palavras de conforto e pediu a reconciliação e a paz entre os seus colegas; A reação causada por suas palavras não foi boa entre os fãs de música popular que o chamaram de ciúmes, entre os muitos artistas convidados, ou entre alguns parentes de Jiménez.
Três meses depois desse episódio, conversei com Ayala A Rede na Caracol Televisión sobre esta polêmica e defendeu sua rejeição à homenagem a Yeison Jiménez, onde foi realizado um funeral, e discutiu o impacto desse tipo de protesto na percepção pública da indústria musical. Além disso, não hesitou em responder a comentários como o de Ciro Quiñonez, um dos que agiu de forma mais dura contra Ayala.
“Quando fiz meus comentários, respeitosamente, causei polêmica com quem estava lá e de repente a confusão caiu sobre eles, deveriam levar isso a sério, porque amanhã os familiares vão nos deixar e não vão querer fazer esse tipo de comportamento”ele disse no programa mencionado anteriormente.

O tradutor de De joelhos Na palestra, ele também discutiu como lidou com comentários negativos nas redes sociais, distinguindo entre ciúmes bons e ruins. “Existe a inveja boa e a má, que provoca ofensa, discussão, ódio. Quando o sucesso chega, infelizmente tem esse tipo de gente que vai incomodar esse tipo de gente”, disse.
Após fazer essa distinção, o cantor rejeitou acusações de que teria inveja do sucesso dos colegas. “Por que deveria ter inveja? Já conquistei toda a Colômbia com meu sucesso, recebi reconhecimento nacional e internacional. Passo uma hora e meia no show, tenho tudo e ainda tenho um longo caminho a percorrer”, observou ele.
Por fim, o cantor insistiu que suas palavras sejam guiadas por convicções pessoais e não busquem influenciar ou prejudicar: “Não me considero um ‘influencer’, mas cada vez que faço um comentário digo-o de alma, com linguagem não filtrada, essas são as minhas regras”ele condenou.
A polêmica expôs a divisão entre aqueles que valorizam a sinceridade de Ayala e aqueles que consideram legítimas novas honrarias, como a concedida a Jiménez. O próprio Ayala insistiu que a sua posição não responde a sentimentos de competição ou inferioridade, mas sim a uma ética profissional fortalecida por anos de experiência na música popular.















