Em uma grande medida, o governo da Flórida anunciou a proibição das universidades públicas, disse o governador da Flórida. A decisão terminou com o resgate ou cancelamento de programas relacionados à diversidade, igualdade e acesso (Dei), no valor de mais de 33 milhões, o que foi considerado inconsistente com as normas e federais.
Numa declaração oficial, Desantis enfatizou a necessidade de destacar os trabalhadores americanos, mas “as universidades de todo o país importam trabalhadores estrangeiros de americanos que se qualificam para o trabalho. Não toleraremos o abuso do H-1B nas instituições da Florida”. Ele instruiu o escritório da Flórida a acabar com a prática de contratação de estrangeiros no programa H-1B.
O programa de visto H-1B foi concebido para preencher empregos especializados que exigem conhecimentos especializados, mas os críticos dizem que muitas instituições estão a tirar partido de trabalhadores estrangeiros para preencher vagas para estrangeiros americanos. A administração do Desantis apontou que o uso é falso, apontando a retirada da universidade da categoria H-1B Federal H-1B como motivo para o processamento de empregos no país.
Além disso, o gabinete do governador indicou que a eliminação dos subsídios deicêntricos surgiu da “discordância” de suas receitas em torno desses programas
O efeito desta mudança pode ser a mudança do ensino superior na Flórida, o debate sobre as práticas de trabalho e o papel dos trabalhadores estrangeiros na academia. Quanto ao complexo processo de ação penal por parte destes estados, resta saber como as universidades se adaptarão às novas restrições e como isso afetará a estratégia futura.















