Madri, 26 de novembro (Efecom).
Depois de uma longa reunião na segunda-feira em que o governo procurou fechar um acordo com CCoo, UGT e CSIF, à tarde prosseguem as negociações sobre transformação digital e serviços públicos 11% nos próximos quatro anos.
Segundo fontes negociadas, na última reunião, a tabela aumentou 225% para o ano de 2025 que será visitado durante o ano, o que levou o sindicato a fechar o contrato esta segunda-feira e chegar a tempo ao próximo vencimento.
Mas o principal obstáculo continua a ser o “teto” para os dois primeiros anos, 2025 e 2026, onde o crescimento só pode atingir os 4%, permitindo o restante crescimento na segunda parte do segundo período.
“O governo continua a manter o teto de 4% para os primeiros dois anos e de 11% para todo o período”, afirmou a secretária-geral dos Serviços da UGT, Isabel Araque, que já apoiou a proposta dos serviços públicos.
O CCOO, que não revelou a sua posição interna, indicou a rejeição do seu limite de 4% e destacou que continuará a negociar “com responsabilidade” e porque a “margem” não tem sentido, mesmo que não tenha sentido, como uma greve e apelos a greves e greves.
Csif explicou que o serviço público tem aceitado problemas como a retirada da taxa de reposição, a melhoria da promoção interna, o aumento da quantidade de serviços (manutenção dos serviços (manutenção)) ou a melhoria dos cuidados de saúde no Muface.
“Valorizamos estes aspectos e vamos analisar o acordo como um todo”, disse o CSIF ao discutir com o órgão sindical o conteúdo do acordo.
O ministro da Transformação Digital e Serviços Públicos, Óscar López, defendeu que o aumento salarial de 11% em quatro anos para os funcionários públicos garante que “não percam o seu poder”.
Depois dos primeiros 10% terem sido oferecidos e rejeitados pela UGT, CCO e CSIF, o governo melhorou a sua oferta mas manteve o limite de 4% durante os primeiros dois anos e a liberação do contrato parece ser a primeira chave. Efecom















