O Governo do Presidente Gustavo Petro assinou um novo contrato no valor de 185.374 milhões de dólares para a produção e confecção de passaportes pessoais, um contrato que começou a levantar questões pela sua dimensão, pela sua finalidade e pela história recente deste processo.
O acordo foi assinado em janeiro e se torna o terceiro acordo firmado nesta gestão com o mesmo objetivo, sob estrita supervisão do órgão fiscalizador.
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A existência do contrato é conhecida nas circunstâncias A hora anunciou que, em menos de 30 dias, o Executivo fez 9.282 nomeações e assinou 213 contratos com diferentes empresas, no valor de 1,3 trilhão de pesos. Embora muitas destas medidas tenham sido tomadas antes da entrada em vigor da Lei dos Seguros, o acordo do passaporte não estava sujeito a esta restrição legal. Contudo, seu tamanho e histórico de gestão são dignos de nota.

O acordo foi publicado na Secop II, quinta-feira, 29 de janeiro, às 19h30.. Segundo documentos oficiais, tem por finalidade “produzir e prestar o serviço personalizado, armazenamento e distribuição de livros de passaportes, bem como o serviço de impressão, armazenamento e entrega de carimbos de vistos colombianos com área de leitura óptica”, ao preço unitário do Fundo Rotativo do Ministério das Relações Exteriores.
Este novo acordo é muito importante porque é o terceiro acordo assinado com o mesmo objetivo durante a atual gestão.o que aumenta as dúvidas sobre os planos e estratégias adoptados pelo Executivo num processo considerado fundamental para a administração pública e a segurança pública.
A assinatura do novo acordo ocorre três meses depois de o Ministério Público anunciar que houve irregularidades no acordo assinado pelo Ministério das Relações Exteriores.a Casa da Moeda e a Imprensa. Em outubro passado, a fiscalização ajuizou ação pedindo a anulação total do contrato, devido a grandes divergências.

Neste momento aguardamos medidas preventivas que possam ordenar a suspensão imediata deste acordo, o que tem levado diversos setores a pensar que o novo acordo poderá funcionar como um sistema alternativo caso a decisão do tribunal seja bem-sucedida.
De acordo com a ata do acordo, O acordo foi assinado por Elvira Sanabria, em representação da Fazenda do Ministério das Relações Exteriores, e Viviana León, diretora da Imprensa Nacional.. O documento não fixa uma data específica de início, mas fixa o prazo de execução até dezembro de 2026.
O valor total do contrato é de 185.374.493.464 dólares, que inclui IVA e outros impostos. Com este novo compromisso, o número total de contratos de passaportes assinados durante o Governo Petro ultrapassa os 1,49 mil milhões de dólares, um valor que tem levantado questões sobre a declaração oficial de austeridade e a eficácia dos gastos públicos.

A situação é ainda mais controversa se considerarmos que, após anunciar o concurso adjudicado à Thomas Greg & Sons, o Governo disse procurar mais economia, transparência e controlo do processo. Porém, devido às dificuldades na obra e ao despreparo, o Executivo foi obrigado a reiniciar a empresa duas vezes, conforme o formulário de urgência.
Com a assinatura do novo acordo, A possibilidade de subcontratação volta a estar aberta, sobretudo quando o atual contrato expirar no próximo mês de abrilo que mantém a incerteza sobre a continuidade dos serviços e o sistema final de produção de passaportes no país.















