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Gustavo Bolívar rejeitou o veto dos empresários e confirmou que continua comprando de Arturo Calle e Mario Hernández.

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Gustavo Bolívar reafirmou sua posição a favor do diálogo e da sabedoria política – crédito EFE/ Carlos Ortega

O ex-senador e diretor do Departamento de Assistência Social (DPS), Gustavo Bolívar, distanciou-se das propostas que promovem o veto a empresários por motivos políticos. Pela rede social, anunciou que continua comprando produtos das marcas Arturo Calle e Mario Hernández, dois dos empresários mais famosos do país. O anúncio ocorreu em meio a um debate no espaço digital sobre a relação entre posicionamentos políticos e consumo de produtos nacionais.

Em sua mensagem, Bolívar garantiu: “Compro de Arturo Calle e Mario Hernández, independentemente de onde estejam. São verdadeiros empresários que pagam impostos e criam empregos. Esta afirmação foi publicada na sua rede, onde este ex-funcionário explicou que não concorda com a eliminação ou boicote de empresários com pensamento diferente.

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Segundo o ex-diretor do DPS, a estratégia de veto poderá agravar o conflito e ter consequências negativas para o país. “Se eles deveriam ser eliminados por outras razões, deveríamos enganá-los com argumentos como outros empresários na Colômbia”disse Bolívar. Suas sugestões concentram-se no diálogo e no diálogo, não no confronto.

O crescimento econômico do país
O crescimento económico do país continua, liderado pelo consumo e pelo investimento privado – crédito REUTERS/Luisa Gonzalez

Bolívar confirmou que durante a atual gestão o capital do grupo econômico aumentou 77%. Além disso, disse que no ano de 2025 a economia do país crescerá 2,6%, impulsionado pelo aumento do poder de compra das famílias, o que, como disse, está directamente relacionado com as políticas governamentais implementadas. Ele também confirmou que o setor financeiro obteve um lucro de 137 mil milhões durante este período.

Este antigo responsável defendeu que nunca houve qualquer aquisição de negócios ou terrenos no país. Confirmou que na atual administração, pela primeira vez, alguns trabalhadores receberam um salário mínimo de dois milhões de pesos e através do pagamento de impostos pelos empregadores foram financiadas importantes atividades sociais.

Alocar a riqueza obtida
Os recursos arrecadados são destinados a programas educacionais, de saúde e sociais em todo o país. – crédito Johan Largo

Bolívar explicou detalhadamente na sua publicação que o imposto comercial permitiu ao governo pagar pensões a 3,1 milhões de idosos em situação de pobreza e adquirir quase um milhão de hectares de terras para agricultores.. Ele também citou um aumento de 600% nos salários dos militares, o reconhecimento de um salário mínimo para 46 mil mães e a contratação de 90 mil profissionais de saúde para visitas domiciliares.

Acrescentou ainda que o imposto foi utilizado para construir dezenas de universidades em zonas rurais, onde 350 mil jovens recebem educação gratuita.adquirir mais de 1.500 ambulâncias e implantar navios clínicos para atender municípios do Pacífico.

Bolívar enfatizou que a contribuição tributária é muito importante para mudar a matriz energética, garantindo que 20% da energia nacional venha da energia solar e eólica. Destacou ainda a apreensão de mais de 3 mil toneladas de cocaína, a destruição de 30 mil laboratórios e a libertação de mais de 600 pessoas ligadas ao tráfico de droga.

Bolívar alerta que a abolição
Bolívar alerta que a supressão ideológica destrói os trabalhadores e não fortalece o país – Crédito Colpresa

Em outro trecho de seu depoimento, Bolívar relatou que, como empresário, sofreu ameaças e campanhas por sua posição política. Explicou que, após iniciar a carreira política, o seu hotel privado foi alvo de ameaças de grupos extremistas, o que levou à perda do seu negócio. “Não vamos cometer o mesmo erro. Vamos ser diferentes. Nosso inimigo não é o empresário. Nosso inimigo são os corruptos e acredite, existem corruptos na direita, no meio e na esquerda.”ele acrescentou.

O ex-diretor da DPS sublinhou que a eliminação dos empregadores por razões ideológicas afeta os trabalhadores e o país, porque os trabalhadores dependem destas fontes de emprego. “Quando um empreiteiro é cancelado por outros motivos, não é ele quem sofre, mas os trabalhadores, mas o país”, destacou.



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