A brigada de bombeiros de Hong Kong está trabalhando arduamente enquanto continua a busca pelos restos mortais do Tribunal Wang Fuk Fu, o pior incêndio residencial da cidade em 80 anos. O incêndio, que eclodiu na noite de quarta-feira e queimou durante mais de 36 horas, causou a morte de pelo menos 94 pessoas, e dezenas ficaram feridas e as pessoas ainda não foram evacuadas.
Derek Armstrong Chan, vice-adjunto do serviço, confirmou que a equipa está a realizar activamente operações de busca e salvamento, pretendendo entrar em todos os edifícios até à madrugada de sexta-feira em resposta ao socorro de 25. O incêndio deixou mais de 50 pessoas, sendo pelo menos 12 em estado crítico e 28 feridos graves. Entre os mortos estão bombeiros e trabalhadores de duas casas alugadas, destacando o impacto desta catástrofe.
O incêndio afetou apenas quatro das oito torres do interior do edifício, onde vivem cerca de 2.000 pessoas. Embora os esforços de supressão sejam fortes, o relatório indica que o fumo espesso e o risco ocasional continuam, porque os bombeiros mantêm a sua chegada para evitar a possibilidade de impedir qualquer possibilidade de recuperação.
Tendo em conta o perigo, as autoridades iniciaram uma investigação completa. A casa, que foi reformada e coberta com bambu e malha plástica, pode ter sofrido um aumento na propagação do fogo devido a esses materiais. Além disso, a agência anticorrupção de Hong Kong tem investigado o projeto de renovação, que levou à prisão de três pessoas suspeitas de terem deixado embalagens de espuma no local.
O incidente marcou o incêndio mais mortal em Hong Kong desde 1948, quando uma explosão matou pelo menos 135 pessoas. As autoridades continuam responsáveis pelo facto de 279 pessoas não terem sido inicialmente confirmadas, embora algumas tenham sido contactadas. A situação continua fluida no desenvolvimento das pesquisas e a comunidade é afetada pelo risco do desastre.















