O Ministro dos Transportes e Comunicações, Aldo Prieto Barreiraenfrenta esta quinta-feira perguntas no Congresso da República para responder a uma lista de 22 questões sobre a gestão do projeto de infraestrutura da marca. A sessão, marcada para as 15 horas, decorreu num ambiente de intensa pressão política e com uma sala notoriamente vazia: menos de 20 dos 130 parlamentares compareceram ao local.
Este baixo comparecimento não é um evento isolado. Na última reunião plenária, quando o projeto de base foi debatido e votado, a participação mal ultrapassou os cinquenta por cento. Bancos como Poder popular – com cerca de dezenove parlamentares em busca da reeleição – apresentou cadeira vazia, situação que também se repetiu em Peru grátis sim Aliança para o Progresso.
O Congresso aprovou uma moção para impeachment de Prieto em 12 de março, com 33 votos a favor, 39 contra e 8 abstenções. A lista de perguntas pede informações sobre decisões que afetam o viaduto Santa Rosa, a Ponte Santa Rosa e, em especial, o Nova Rodovia Centralo projeto mais ambicioso do país. Esta sessão, no entanto, ocorre no contexto de campanhas eleitorais, onde muitos legisladores dão prioridade à campanha fora do Parlamento, o que reduz a monitorização e a discussão de questões importantes para os cidadãos.
Fotos da sala mostram cadeiras vazias e congressistas espalhados, cartões postais que se tornaram comuns nos últimos meses. A facilidade com que os atestados médicos são emitidos e a falta de fiscalização efetiva por parte do Congresso permitiram que o PRESENÇA DE tornar-se uma formalidade negligente.

O titular do Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) responde antes da reunião plenária uma lista de 22 questões que exigem detalhes sobre a avaliação dos riscos jurídicos, económicos e sociais antes da liquidação do contrato, da iniciativa e do sistema de participação dos cidadãos. É ainda solicitada informação sobre as medidas disciplinares adotadas contra possíveis irregularidades e a existência de medidas anticorrupção nos contratos resolvidos, bem como sobre a possibilidade de arbitragem internacional por parte da empresa francesa EGIS.
O Congresso exigiu que o chefe do MTC apurasse se há pressão externa, como influência de empresas ou capitais chineses na liquidação do contrato com o PMO Vías, e se foram autorizadas medidas técnicas – como o transporte de veículos de até 101 toneladas – que poderiam agravar a situação estrutural da Rodovia Central. Além disso, haverá discussões sobre a cooperação entre instituições governamentais com o Ministério da Economia e Finanças e a conclusão dos trabalhos na forma de parceria público-privada (PPP).
Além disso, exigem transparência na relação com o governo e atores locais, a garantia de que não haverá nova suspensão por falta de liberação de terras e a existência de um acordo “rápido” para que a obra não se estenda até 2029.















