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Isabel Viña, médica, explica se é melhor café ou matcha: “O segredo é escolher estrategicamente”

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Isabel Viñas, na seleção de matcha e café. (Composição de informações)

Café ou matchá? Esta é a principal dúvida que muitas pessoas enfrentam sobre o que comer no café da manhã ou o que beber durante o dia. Às vezes é uma questão de gosto ou tendência, mas às vezes procuramos opções Olá.

A famosa médica Isabel Viña explica num vídeo recente publicado no TikTok que ambos os alimentos são “ricos em antioxidantes”, mas cada um tem as suas “características” que permitem a cada um tomar melhores decisões na escolha destas bebidas.

Ambas as bebidas contêm polifenóis, dizem os especialistas, um tipo de antioxidante Ajuda a reduzir a inflamação e o estresse oxidativo. Estes compostos, quando incluídos num estilo de vida saudável (com exercício regular, ingestão adequada de fibras, boa gestão do stress e evitar tabaco e álcool) podem “reduzir o envelhecimento celular e o risco de uma variedade de doenças metabólicas, cardiovasculares e neurodegenerativas”, explicou no seu livro.

A chave é ser seletivo
A chave é escolher estrategicamente. (Informações)

Quanto à bebida tradicional, o café, costuma haver uma quanto maior o teor de cafeínaembora isso possa variar dependendo do tipo de trigo e do método de preparação. Uma xícara típica contém cerca de 80 a 100 miligramas de cafeína, o que a torna segura. “mais direto e mais intenso”. Nesse sentido, o médico destacou que, “se pela manhã precisamos de um estímulo que nos mova, o café é a escolha”.

Da mesma forma, ao tomar essa bebida, você obtém ácido clorogênico, que, como destaca Viña: “É capaz de aumentar a quantidade de óxido nítrico em nosso corpo”. Esta molécula fará com que os vasos sanguíneos relaxem e, ao fazê-lo, melhore o fluxo sanguíneo para todas as células do corpo. Os médicos destacam efeitos positivos no coração, cérebro e músculos.

Ele disse: “Os músculos que recebem mais sangue são mais oxigenados e os músculos mais nutridos que funcionam melhor. Além disso, ele explica que no nível intestinal o ácido clorogênico do café é convertido em ácido caféico e ácido ferúlico.

Em contraste, o matcha, um tipo de chá verde, contém uma baixo teor de cafeína: cerca de 35 miligramas por refeição típica. Portanto, “pessoas mais sensíveis podem receber esse estímulo”, afirma Viña.

Quando todas as folhas esmagadas são digeridas, o matcha se torna uma “fonte de catequinas, especialmente EGCG, e do aminoácido L-teanina”. Quem bebe esta bebida verde beneficia de “poderosos antioxidantes, especialmente EGCG, um tipo de catequina” que, segundo os médicos, melhora o metabolismo da insulina, da glicose e dos lípidos.

O aumento do matcha e de outros tipos de chá na dieta diária levantou questões sobre o seu efeito na absorção de ferro.

“Matcha é meu favorito à noite”, diz o especialista. Um dos motivos é a presença de altos níveis de L-teanina, conhecida por seu efeito calmante. “Favorece a absorção das ondas alfa pelo cérebro, está associado ao relaxamento, inibe os receptores excitatórios do glutamato e potencializa a ativação dos receptores GABAérgicos”, explicou. Isso ajuda você a manter a calma sem perder um pouco de energia.

Além disso, a L-teanina modifica a resposta à cafeína, permitindo-nos “manter a atividade que a cafeína nos proporciona, mas sem ansiedade, taquicardia ou sintomas de ansiedadeDesta forma, promove “um estado de mais alerta e mais permanência”, ideal à tarde ou à noite.

Isabel Viña recomenda tomar café pela manhã se precisar de um “estímulo mais potente”, e matcha à tarde se quiser “manter a mente sem afetar o descanso”. “A chave está em escolha estrategicamente“, disse o especialista.



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