O advogado criminal Jeferson Moreno ele renunciou à continuação da defesa Adriano Villar investigando-o por seu envolvimento e causando a morte do atleta Lizeth Marzano.
Em documento apresentado à Primeira Procuradoria Criminal de San Isidro y Lince, Moreno Assegurou que desde o início estiveram envolvidos em todos os processos fiscais “mantendo a tese da confissão sincera face aos terríveis acontecimentos”, mas demitiu-se por motivos não revelados de “integridade profissional”.
“Neste caso, respeitamos a divulgação da nossa decisão de sair da segurança técnica do investigador. Mantemos as razões para isso como parte do sigilo profissional”, afirma o documento.
De fato, Jeferson Moreno Ele lembrou que, com o objetivo de “evitar a ausência de defesa”, sua equipe jurídica continuará participando do julgamento na sexta-feira, 27 de fevereiro, e no sábado, 28 de fevereiro.

A partida de Jeferson Moreno para a proteção de Adriano Villar Isso aconteceu depois que o comandante da Polícia Nacional Peruana (PNP), General da PNP Óscar Arriola, recusou.
Para lembrar, a princípio, Moreno garantiu que Villar ficou “perturbado” após a fuga. Lizeth Marzano e “ele foi imediatamente para casa, foi levado à clínica” para fazer um teste de alcoolemia.
Porém, com base no vídeo da câmera de segurança, Óscar Arriola confirmou que a flecha de Marisel Linares nunca foi avaliada na clínica, como alegou a defesa, e também não concordou com o teste de concentração de álcool.
Arriola destacou que a Polícia Nacional do Peru é a única instituição autorizada a realizar este teste e explicou que, caso a pessoa se recuse a aceitar, o resultado é considerado positivo para ela. Em suas palavras: “O único lugar onde um cidadão pode fazer o teste de álcool é na Polícia Nacional do Peru. E quando um cidadão se recusa a passar, fica famoso. Ou seja, o resultado é considerado bom”.
Na manhã de 26 de fevereiro, Adriano Villarfilho de jornalista Marisel Linaressegue sob prisão preventiva após a morte da atleta Lizeth Marzano, que caiu em Lima e deixou o local.
O juiz Ricardo Huamán, em sua decisão, alerta para o perigo iminente de fuga de Villar, dado seu histórico de viagens ao Chile, Estados Unidos, Colômbia, México e Espanha. Embora Villar tenha entregado voluntariamente o passaporte e aceitado a proibição de sair por nove meses, o juiz confirmou que existe a possibilidade de evitar a investigação ou obstruí-la, pois compareceu à polícia mais de 48 horas após o acidente, portanto não foi preso em flagrante delito.
Durante esse processo, o Ministério de Estado destacou que Villar evitou o teste de alcoolemia – análise que poderia aumentar sua punição caso houvesse resultado positivo – e que deveria ser feita uma análise toxicológica para descartar o uso de drogas no dia do incidente. Esses procedimentos são importantes antes da investigação preparatória e podem solicitar uma ordem de detenção, se for o caso.
Segundo o juiz Huamán, Villar cumprirá 8 anos de prisão, embora possa ser reduzido para 6 anos e 8 meses se for suspenso antecipadamente, o que aumentará suas chances de permanecer fora da prisão. A extensão do crime imputado, mais a possibilidade de fuga, justificam a prisão temporária, disse o juiz.















