Início Notícias Jennifer Pedraza acusa “genocídio dos trabalhadores” devido à fusão Tigo-Movistar e culpa...

Jennifer Pedraza acusa “genocídio dos trabalhadores” devido à fusão Tigo-Movistar e culpa o governo Petro

15
0

Jennifer Pedraza confirmou que a fusão entre Tigo e Movistar fortalece a cooperação na área das telecomunicações. – Crédito Jennifer Pedraza/Facebook

A deputada da Assembleia Nacional, Jennifer Pedraza, criticou o processo de fusão entre a empresa de telecomunicações Tigo e a Movistar, que descreveu como “destruidor de empregos”. A deputada destacou ainda que a responsabilidade política depende do governo do presidente Gustavo Petro, porque ele permitiu os negócios.

A declaração de Pedraza foi divulgada através da rede social, em resposta à declaração do ministro do Trabalho, Antonio Sanguino, que indicou o processo de trabalho obtido com a integração das duas empresas.

Você pode nos seguir agora Facebook e em nós Canal WhatsApp

Segundo representantes, A autorização da fusão terá consequências negativas para os trabalhadores e para a concorrência no sector das telecomunicações da Colômbia..

Na sua mensagem, este parlamentar afirmou ter alertado para os efeitos negativos da integração nas empresas.

“Ministro, avisei que esta destruição de empregos é a primeira coisa que acontecerá com a autorização da fusão Tigo-Movistar proposta pelo seu próprio Governo, que fortalece a cooperação nas telecomunicações”, escreveu Pedraza.

Em seu depoimento, ele também questionou o foco no mercado, principalmente nos serviços básicos. “Planos de voz e dados, e o pior de tudo: mais foco em fibra óptica”, Este representante foi útil na discussão do impacto dos negócios no setor, na sua opinião.

A deputada também criticou o que considera uma resposta tardia do Governo sobre o impacto do trabalho no processo.

“Não finja ser um defensor dos trabalhadores da Movistar agora”, ele observou em sua mensagem ao ministro Sanguino.

Jennifer Pedraza alertou sobre
Jennifer Pedraza alertou sobre os despejos decorrentes da fusão da Tigo e da Movistar e criticou o governo por permitir a mudança. – crédito @JenniferPedraz/X

Pedraza também questionou o papel dos órgãos que intervieram na autorização da operação.

Em seu livro, Ele garantiu ter recebido autorização do governo nacional e do órgão regulador do setor.a quem acusou de não ter agido contra as consequências.

“O problema estrutural é a fusão, autorizada pela Cielo Rusinque para jogar a bola para a CRC, que tem representantes do Governo e não faz nada”, ele disse.

Da mesma forma, confirmou que o impacto desta decisão poderá afectar outras empresas do sector, incluindo empresas públicas.

“O futuro é a crise das empresas de telecomunicações como a ETB, e a responsabilidade política é de Gustavo Petro”, Ele garantiu.

A integração da Tigo (Millicom) e Movistar (Telefónica) tornou-se um dos eventos comerciais mais importantes do ano no país. De acordo com o relatório da empresa, A operação foi concluída após a compra da participação da Telefónica na Colombia Telecomunicaciones SA ESP BIC (Coltel), empresa detentora da marca Movistar. Esta fusão permitiu à Millicom posicionar-se como o segundo maior operador do país, reforçando a sua presença nos serviços de voz, dados e fibra óptica.

No meio desse processo, A Movistar teria oferecido um Plano de Aposentadoria Voluntária (PRV) aos seus funcionários.. O objetivo, segundo a comunicação interna, é adequar a organização às necessidades da nova empresa, buscar uma transição que, segundo a empresa, seja “respeitosa e transparente”.

Movistar informou seus funcionários
A Movistar informou aos seus colaboradores a abertura de um Plano de Pensões Voluntárias no âmbito da reestruturação após a fusão com a Tigo. – Crédito Movistar

O comunicado aos funcionários da Movistar detalhava que a PRV estava considerando um benefício de pensão igual a trinta dias de salário por cada ano de serviço, ou peças com duração superior a seis meses e quinze dias para peças mais curtas. A participação foi oferecida de forma gratuita e totalmente voluntária, com avaliação caso a caso por um comitê interno.

Diante da polêmica, O ministro do Trabalho, Antonio Sanguino, anunciou que o governo ativou atividades de monitoramento, controle e monitoramento com base nas denúncias recebidas.

“É nossa responsabilidade, por parte do Governo Nacional, garantir que o Plano de Aposentadoria Voluntária, no âmbito do processo de recuperação empresarial resultante da fusão entre Movistar e Tigo, seja executado em plena conformidade com a lei”, postou Sanguino na rede social. Além disso, destacou a criação de uma mesa tripartida de consulta social, em conjunto com os trabalhadores, as empresas e o Ministério das Finanças, para garantir o cumprimento da regulamentação.

Foi anunciado pelo Ministério do Trabalho
O Ministério do Trabalho confirmou que irá monitorizar o plano de reforma voluntária para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados no processo de incorporação. – crédito @AntonioSanguino/X

A fusão da Tigo e da Movistar marca uma mudança no cenário das telecomunicações da Colômbia. De acordo com as previsões da indústria, A nova operadora resultante fica atrás apenas da Claro em termos de participação de mercado, o que levanta preocupações sobre a concorrência, a qualidade do serviço e o acesso a tecnologias como a fibra óptica.

O processo de integração empresarial incluiu o envio de comunicações aos colaboradores da Movistar, dando-lhes a oportunidade de usufruir da aposentadoria voluntária. O documento confirma que esta disposição responde à necessidade de construir uma organização sustentável que responda aos desafios do futuro. O período de candidatura ao PRV decorreu entre 25 e 27 de fevereirocom a promessa de “transparência, respeito e apoio a longo prazo”.

O Ministério do Trabalho anunciou que manterá a fiscalização do plano de reforma voluntária e do processo de recuperação empresarial.. Espera-se que representantes dos trabalhadores, empresas e agências governamentais participem nestes fóruns de discussão para monitorizar o cumprimento das normas laborais.



Link da fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui