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Juiz critica a forma como o Departamento de Justiça lidou com o caso James Commey

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Numa decisão importante, um juiz federal criticou o Departamento de Justiça pelo que descreveu como “interferência perturbadora” na acusação do ex-diretor do FBI James Layey. Esta decisão foi decidida pelo juiz William Fitzpatrick

Fitzpatrick descreveu uma série de questões preocupantes, incluindo a “má conduta fundamental” dos promotores e o uso de relações privilegiadas durante o processo investigativo. Também notou inconsistências na interpretação do grande júri, levantando questões sobre a integridade do processo. No seu parecer de 24 páginas, Fitzpatrick concordou que o alívio é raro, mas que a situação é bem sentida para tal medida.

A divulgação marca uma das maiores avaliações feitas por um juiz sobre as ações do Departamento de Justiça em torno do impeachment de Comey, ocorrido em setembro. Destaca ainda o temor de que o departamento possa atuar como uma ferramenta contra os inimigos do ex-presidente Donald Trump, com dois advogados e Nova York James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James James. o caso, foi nomeada ilegalmente Lindsey Halligan.

Espera-se que outro juiz decida sobre as contestações à nomeação de Halligan por absolvição. Como parte da estratégia de defesa, o advogado buscou extensos autos do caso, argumentando que o procedimento era ilegal. Halligan, o promotor envolvido, foi nomeado procurador dos EUA para o Distrito Leste da Virgínia e não tinha experiência anterior em acusação.

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Fitzpatrick assumiu a responsabilidade de revisar a interpretação do grande júri, expressando profunda preocupação com a impropriedade do Im. Ele mostrou que o descumprimento e o descumprimento poderiam ser considerados mau comportamento do governo, que foi injusto com os judeus.

Em resposta, o departamento solicitou a suspensão da decisão para dar tempo para apresentar objeções, o que argumentaria que FitZpatrick pode ter deturpado a situação. Ao destacar estas questões, destacou pelo menos dois casos em que Halligan disse ter feito declarações que violavam as normas legais, tais como sustentar que um grande júri poderia considerar provas que não lhes foram apresentadas.

Ele passou a criticar a forma como as notas foram escritas e apontou divergências sobre se os documentos apresentados em tribunal foram devidamente considerados pelo grande júri. Fitzpatrick levantou preocupações adicionais sobre o processo da sua apresentação e notou a sequência incomum de eventos que exigiam continuidade no seu processo.

As acusações anti-humor de sua acusação enganaram o Congresso em 20 de setembro, quando questionaram a autorização do FBI Leaks para a mídia. Sua equipe jurídica minimizou que a pergunta era desconhecida e que sua resposta estava correta. Refira-se que o procurador centrou-se na alegação de que permitiu que um amigo próximo, que atuou como seu consultor jurídico, fosse fonte de comunicação com os meios de comunicação social e conduzisse investigações e pesquisas sobre a relação com o advogado. O Fitzpatrick confirmou que tais comunicações foram confirmadas pelo grande júri sem a oportunidade de ter consciência de levantar objeções, confundindo a legalidade deste assunto.

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