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Juiz federal recua investigação sobre a forma como a administração Trump lida com voos de migrantes

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Os dois aviões que transportavam migrantes venezuelanos dos Estados Unidos para El Salvador se encontraram em uma grande disputa legal em 15 de março, quando um juiz federal emitiu uma ordem judicial pela última vez para que voltassem antes de sua chegada. O avião continuou a sua viagem, desafiando um conflito feroz entre os poderes do poder judiciário e do poder executivo do governo.

O juiz distrital dos EUA, James Boasberg, questionou se a administração Trump estava ignorando a ordem do Tribunal. A princípio, após uma investigação minuciosa, BoaSberg acreditou não ter violado as instruções que havia dado e assinou o acordo apropriado para a pessoa envolvida no processo de tomada de decisão do voo.

Apesar das conclusões anteriores do juiz, o tribunal anulou a condenação inicial de Boasberg. Aparentemente, a investigação por difamação não parou até que um grande júri de um tribunal posterior abriu a investigação, o que indicou interesse no caso.

Os casos de desacato criminal, segundo especialistas jurídicos, são raros e geralmente considerados o último recurso. A necessidade de o juiz acreditar claramente que foi um grande erro iniciar tal questão foi combinada. A autoridade de Boasberg para infringir os direitos dos corretores parece ser um passo significativo na defesa da autoridade judicial.

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No despacho final, Boasberg ordenou que o gestor fornecesse uma declaração por escrito de todos os funcionários envolvidos na decisão em 5 de dezembro. Esses documentos têm como objetivo explicar os arrependimentos por trás das imprecisões. O Poder Judiciário sugeriu que a decisão de continuar o voo foi tomada sob orientação jurídica do conselheiro geral do Departamento de Segurança Interna.

O governo defendeu as suas acções afirmando que a directiva verbal de Boasberg para devolver o voo sem luz não foi incluída nas suas ordens escritas. A administração sustenta que, uma vez que o voo já saiu do espaço aéreo dos EUA, os imigrantes a bordo estão fora do âmbito da ordem judicial que proíbe a sua retirada do país.

A independência e a supervisão judiciais tornaram-se um ponto de discórdia, especialmente sob a administração Trump. As autoridades criticaram abertamente os juízes, e o próprio presidente Trump chamou o juiz Boasberg de “perturbador” depois do corte da marcha, destacando a relação entre o poder judiciário e o poder executivo.

Especialistas jurídicos salientam que, embora o abuso sexual possa resultar em multas ou penalidades, tais ações por parte de funcionários do governo são historicamente raras. Muitas tentativas de aliviar a pena foram recebidas com receitas judiciais, e o adultério como prisão não é muito comum.

À medida que a batalha jurídica avança, os especialistas sugeriram que o caso poderia influenciar o discurso público sobre a lei sobre a medição da política. As suposições que rodeiam esta investigação destacam questões mais amplas do poder judicial e executivo, particularmente no contexto da fiscalização da imigração.

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