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Julio Chávez ignora pedidos de renovação da Ação Popular após ser excluído das eleições de 2026: “Não vou sair”

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– Crédito do Facebook

O cancelamento das eleições primárias do Pop Action, medida que impediu a entrada de um dos partidos históricos do país na competição eleitoral, liberou demandas internas focadas em uma reforma completa de sua liderança. Quando questionado sobre a questão e sua vocação o presidente do grupo Julio Chávez recusou-se a renunciar.

“Não vou demitir-me porque há quase dois anos que tenho feito esforços para reconstruir o partido a nível nacional. O problema não está dentro, mas a atitude de quem mudou o resultado da eleição lá dentro”, confirmou na discussão RPP.

Chávez não apenas defendeu sua gestão, mas disse que a situação atual se deve a diversas irregularidades no processo da Secretaria Nacional do Processo Eleitoral (ONPE). “O ONPE foi avisado a tempo sobre a substituição de representantes, mas, ao não corrigir o cadastro, invalidou a primeira eleição”, afirmou após a reunião do comitê executivo nacional.

Da mesma forma, ele pensava que o O Júri Nacional Eleitoral (JNE) ultrapassou os seus limites. cancelando toda a eleição, quando foi solicitado o cancelamento parcial. “Esta situação prejudicou o partido e é preciso avaliar todas as ações judiciais necessárias”, frisou.

Anunciou o secretário de eventos populares
O Secretário de Ação Popular anunciou que após as primeiras eleições será iniciada uma investigação sobre fraude após a declaração de Julio Chávez. (Composição de informações)

O presidente identificou diretamente Cintia Pajuelo como autora material da substituição de deputados e garantiu que é necessária a profundidade da investigação para determinar quem mais pode estar envolvido “neste esquema fraudulento dentro da Ação Popular”.

Está em total contraste com o de outros líderes, como Manuel Merino e Víctor Andrés García Belaúnde. Em discussão com Mostritos e Piranhas, O antigo presidente confirmou que “este antigo presidente é totalmente responsável por todas as ações que levaram à extinção do nosso partido político. Lamentou mesmo que “o desejo tenha ultrapassado a sua responsabilidade como presidente”.

Além disso, incentivou a preparação de “limpezas” internas e aposta na recuperação do registo partidário para as futuras linhas regionais e municipais: “O que importa realçar é a eleição do governo regional e municipal”. para registrar novamente a festa“, alertou o ex-presidente.

O ex-deputado quer que membros da Acción Popular sejam proibidos de concorrer a cargos em outros grupos políticos. | Mostritos e Piranhas

Nessa linha, analisado por RPP, García Belaúnde descreveu a situação como um “dia de luto” para os verdadeiros combatentes. Denunciou o “tremendo sofrimento causado no seio do partido” e apelou à destituição imediata do actual líder. Para tanto, exigiu a convocação de uma assembleia internacional urgente, uma reforma completa dos poderes e a criação de uma comissão independente, recomendando a ex-senador Javier Díaz Orihuela como referência indiscutível.

Ele garantiu que o os líderes atuais “não têm autoridade moral” liderar a transição, porque o mal e a ilegalidade só regressarão nas próximas eleições locais e municipais. “Devem ter uma nova autoridade, imparcial e sem interesses especiais, para que posteriormente possa ser realizado um novo processo. (…) Não são só os escritores intelectuais que fazem a fraude, mas há os executivos, (portanto os líderes). Eles devem ser expulsos o mais rápido possível“, feito.



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