Keiko Fujimori, líderes e candidatos presidenciais Poder popularfalando após o recente anúncio do Conselho Nacional sobre o processo eleitoral (ONPE) referente à entrega dos cadernos eleitorais correspondentes ao segundo turno das eleições de 2021. Questionou veementemente as condições de obtenção desta informação e destacou que mesmo depois de esperar cinco anos a organização não conseguiria fazê-lo. obter dados incompletos e deve custar mais de 17 milhões de soles.
“Há três coisas que lamentamos. Primeiro, foram necessários cinco anos para obter documentos que deveriam ser do conhecimento do público. Cinco anos. Segundo, a informação a que conseguimos aceder estava incompleta. E terceiro, algo inédito, para saber a verdade e ter informação transparente, o partido está a pedir o pagamento de dezassete milhões de sóis. Isso não é possível”, disse.
O líder observou que, atualmente, Poder popular não têm dinheiro para pagar as taxas necessárias. “Se você nos perguntar agora, não. Talvez mais tarde, depois do processo eleitoral, dependendo do Orçamento do Estado atribuído a cada parte, esta possibilidade pode ser avaliada. Mas a verdade é que não temos de imprimir o que acreditamos ser uma notícia como esta, ela pode ser acedida online de forma virtual, de forma gratuita”, afirmou.
No dia seguinte, através de um comunicado, o partido Fuerza Popular manifestou o seu protesto contra o que considera uma restrição injusta: “Depois de cinco anos, a continuação da restrição de acesso é inaceitável. impondo uma barreira económica de mais de 17 milhões de soles para acessar essas informações. A transparência não tem preço.”
O ONPE, por sua vez, informou que a entrega da lista será realizada em cumprimento à decisão do tribunal que ordenar o fornecimento do registros físicos e digitais, após implementar processos de anonimato para proteger dados sensíveis, como assinaturas, imagens e impressões digitais. A instituição confirmou que o custo do S/ 17.532.630 corresponde à verificação de mais de 2,5 milhões de páginas e esse montante deve ser controlado pela Poder popularconforme sentença.
Ele confirmou que a lista será apresentada de acordo com a lei que rege a proteção de dados pessoais. O órgão eleitoral sublinhou que, apesar da sua vontade de cooperar com a ordem judicial, deve proteger a privacidade dos cidadãos peruanos.
O pedido de admissão aos cadernos eleitorais de Poder popular Isto ocorreu após os resultados do segundo turno das Eleições de 2021, em que Keiko Fujimori acusou as supostas irregularidades no processo, incluindo roubo de identidade e votação de pessoas mortas. O partido entrou com um pedido de habeas de dados contra o ONPE, argumentando que o registro é uma informação pública e é essencial para a verificação independente dos resultados e para a fiscalização dos cidadãos.
O Tribunal Constitucional aceitou a reclamação, reconhecendo que o acesso ao registo fortalece a transparência e o controlo democrático da administração eleitoral. No entanto, ficou estabelecido que a entrega deve ser efetuada após a eliminação dos dados sensíveis, de forma a proteger a privacidade dos cidadãos, de acordo com a Lei de Proteção de Dados Pessoais. A ordem abriu a possibilidade Poder popular rever os registos técnicos e confirmar os desafios futuros perante as autoridades eleitorais.















