O ex-secretário do Tesouro dos EUA, Larry Summers, renunciará ao cargo de professor na Universidade de Harvard em meio à revisão da universidade sobre seus laços com Jeffrey Epstein, informou a universidade na quarta-feira.
Summers, que está de licença desde novembro e cujo nome aparece centenas de vezes no arquivo Epstein recém-divulgado, sairá no final do ano letivo, de acordo com um comunicado do porta-voz de Harvard, Jason Newton.
“O professor Summers anunciou que se aposentará de seu cargo acadêmico e docente em Harvard no final deste ano acadêmico e permanecerá de licença até então”, disse Newton.
Em comunicado, Summers disse que foi uma decisão difícil e expressou gratidão aos alunos e colegas com quem trabalhou por mais de 50 anos.
“Não tenho nenhum papel oficial, como Presidente Emérito e professor reformado, aguardo com expectativa a oportunidade de pesquisar, analisar e comentar sobre questões económicas globais”, disse Summers.
Summers serviu como secretário do Tesouro no governo do ex-presidente Clinton e serviu como presidente de Harvard por cinco anos, começando em 2001.
É a última consequência do último lançamento do Departamento de Justiça de milhões de páginas sobre Epstein e sua amiga de longa data e ex-namorada Ghislaine Maxwell. A renúncia circulou pelas comunidades acadêmica, jurídica e empresarial.
Na Grã-Bretanha, o ex-príncipe Andrew e o ex-diplomata Peter Mandelson foram presos por ligações com Epstein e Maxwell.
Binkley escreve para a Associated Press.















