A rua de Chorillos sim Carabaylo Eles se tornam focos de infecção. O acúmulo de resíduos ultrapassou a capacidade da atual administração municipal, colocando milhares de vizinhos, estudantes e pacientes em risco de saúde.
Em Chorrillos a situação é muito difícil em áreas como Vista Alegre de Villa. O antigo parque é descrito pelos moradores como “muito central”. Moradores relatam que os serviços se deterioraram desde o atual prefeito, Ricardo Cortezassumiu após atuar como vice-prefeito na última gestão. Para os distritos com mais de 370 mil habitantes, apenas o município possui três caminhões compactadores de trabalho especiais.
A falta de saneamento em Chorrillos coincide com um clima de instabilidade política. O prefeito Cortez está enfrentando dúvidas depois que um vídeo foi divulgado mostrando-o ganhando grandes somas de dinheiro enquanto servia como vice-prefeito. Questionado sobre o desperdício e a investigação fiscal, Cortez limitou-se a afirmar que o equipamento audiovisual foi “substituído” e o processo foi legal.
Por outro lado, o gerente de desenvolvimento ambiental, Enrique Cruz, admitiu que o software atual não é suficiente. Embora tenham um serviço externo com dez unidades, trabalham apenas duas vezes por dia para recolher o 300 toneladas de resíduos que o distrito produz todos os dias. “Temos muito pouco como unidade de trabalho”, admitiu à mídia. Contracorrente.
Para o prefeito, o prefeito diz que houve um problema de má gestão financeira no ano passado, embora tenha sido ele quem liderou como fiscal.
Norte de Lima, em Carabayloo panorama é ainda mais assustador. Na rua Túpac Amaru, próximo ao Parque Zonal, pilhas de lixo invadem a faixa de pedestres, impossibilitando o trânsito e criando um cheiro repugnante que atrai nuvens de moscas.
A negligência municipal chegou à frente do Escola Ciro Alegria Tornou-se um lixão ilegal onde os estudantes eram obrigados a conviver com os restos apodrecidos.
Moradores das terras altas, como o setor “Cerrito”, reclamam que o caminhão de coleta Eles não apenas sobem. “Eles não vão lá há um mês, para onde vamos levar o lixo?” perguntou um residente irritado.
O município admitiu à comunicação social que o contrato com a empresa de limpeza responsável pelo departamento foi quebrado, mas não conseguiu implementar um plano de emergência. Ao tentar encontrar uma defesa junto ao prefeito de Carabayllo sobre a revisão da Controladoria e a crise sanitária, o gestor optou pelo silêncio.

Dada a importância da situação ao norte de Lima, o Ministério do Meio Ambiente foi oficializado no início de janeiro declaração de emergência referente à gestão e tratamento de resíduos no distrito de Carabayllo durante 60 dias corridos. Esta disposição responde à “suspensão parcial das operações de recolha e transporte”, que tem resultado na proliferação de locais de poluição padrão nas estradas e espaços públicos do distrito.
A conclusão do ministro diz que a crise teve origem no município liderado pelo prefeito. Pablo Mendozaadministrou o serviço logo após o término do contrato com o consórcio responsável, em 12 de dezembro. Porém, a atuação do município foi insuficiente para atender às demandas diárias, deixando as ruas repletas de lixo.















