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Lula e Sánchez celebram a libertação da Venezuela e reiteram o repúdio ao uso da força

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Rio de Janeiro, 9 jan (EFE).- O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve uma conversa telefónica com o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, onde discutiram a situação na Venezuela após o ataque dos EUA que prendeu Nicolás Maduro, e confirmaram a sua rejeição ao uso da força nas relações internacionais.

“Ambos destacaram a importância da declaração conjunta emitida com Chile, Colômbia, México e Uruguai, que rejeita a divisão do mundo em esferas de influência e o uso da força nas relações internacionais, sem proteção na Carta das Nações Unidas”, afirmou a Presidência brasileira em comunicado.

Ontem, Lula e Sánchez comemoraram o anúncio feito pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, sobre a libertação de presos venezuelanos e estrangeiros, incluindo quatro espanhóis.

Os cinco prisioneiros espanhóis libertados na Venezuela chegaram sexta-feira a Madrid num voo proveniente de Bogotá, conforme confirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, José Manuel Albares, numa mensagem na rede social X.

A hispano-venezuelana Rocío San Miguel, bem como José María Basoa, Andrés Martínez Adasme, Miguel Moreno Dapena e Ernesto Gorbe Cardona chegaram ao aeroporto de Madrid depois de terem sido libertados na quinta-feira, no âmbito da libertação de “um grande número” de presos políticos, segundo as autoridades de Caracas.

O presidente brasileiro aproveitou a conversa com Sánchez de que seu governo enviou nesta sexta-feira 40 toneladas de equipamentos de hemodiálise e 40 toneladas de remédios para repor o estoque do mesmo centro de distribuição na Venezuela, que foi atingido pelo bombardeio norte-americano de 3 de janeiro.

Por último, ambos os líderes concordaram na importância de organizar em Espanha no próximo mês a nova edição do fórum ‘Proteger a Democracia: Lutar contra o Extremismo’, para acompanhar a reunião dos líderes já realizada em Nova Iorque e Santiago do Chile. EFE



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