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Maíllo (IU) acusa Feijóo de ser “irresponsável” e “lutador quente” na tentativa de evitar o “efeito do medo” com Vox

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Antonio Maíllo sublinhou que, na sua opinião, o Governo espanhol representa a vontade da maioria da sociedade em defesa de políticas baseadas na paz, dando o exemplo da sua acção no difícil contexto europeu e global. Disse que o Executivo, que participa na Izquierda Unida, está a trabalhar de acordo com as exigências da situação histórica actual, mostrando coerência e uma postura firme face aos desafios internacionais. Segundo a mídia, o coordenador federal da UI acredita que sem a participação na formação de sua política não teria enfrentado a mesma determinação da situação atual.

Conforme publicado pela Europa Press, Maíllo dirigiu fortes críticas a Alberto Núñez Feijóo, presidente do Partido Popular, a quem acusou de levar a cabo uma estratégia que poderia ser descrita como bélica e alheia aos interesses da maioria social. Segundo Maíllo, Feijóo está “atingido pelo chamado “efeito do medo”, por não saber distinguir ou competir bem com o Vox no campo da direita política. O líder da IU expressou que Feijóo está a tentar ultrapassar esta situação através de políticas que, na sua opinião, separam o PP do sentimento geral da sociedade espanhola.

A mídia também notou que Maíllo criticou o líder popular por ter pedido ao primeiro-ministro, Pedro Sánchez, que pedisse permissão ao Congresso antes de autorizar o envio de tropas e armas para a zona de conflito. Segundo Maíllo, este tipo de exigência mostra o alinhamento do PP no que descreve como um “partido lutador”, ideia que, continuou, “é conhecida da sociedade espanhola”. Acrescentou que tal posição vai contra a “maioria natural”, e afecta até os eleitores do Partido Popular, e que a sociedade espanhola está “comprometida com a paz”.

Analisando a situação política, a Europa Press disse que Maíllo viu Feijóo agir de “forma confusa” e ter dificuldades para comparecer às eleições com uma estratégia definida. O coordenador federal da Izquierda Unida ampliou o argumento ao dizer que o líder popular é marginalizado e não tem uma saída clara para o crescimento do Vox, utilizando ações que chamou de irresponsáveis ​​na situação atual.

Por outro lado, Maíllo destacou que o Governo, com a participação dos seus membros, pode enfrentar a situação actual com a harmonia e firmeza exigidas pela sociedade. Observou que o Executivo apareceu para explicar a sua posição aos cidadãos, o que, segundo Maíllo, mostra que está “à altura do momento histórico” e das expectativas da sociedade.

A liderança da IU enfatizou que a participação da sua instituição no Governo é essencial para a implementação desta iniciativa. Valorizou como motivo de orgulho a inclusão da Izquierda Unida nas decisões oficiais, vinculando esta situação à possibilidade de uma posição sólida e coerente perante a sociedade espanhola e a nível internacional.

Durante o seu discurso, Maíllo confirmou que Feijóo e a liderança do Partido Popular parecem ter escolhido propostas e discursos que, segundo a IU, fortalecem a associação do partido às políticas identificadas como favorecedoras da eclosão da guerra. “Ele está lá com a sua irresponsabilidade e a sua raiva, porque está contra a maioria natural e também contra os eleitores do Partido Popular”, disse Maíllo, segundo a Europa Press.

A declaração do coordenador federal da Izquierda Unida responde a uma situação em que o debate sobre a política externa espanhola e a participação em guerras internacionais está a causar polémica tanto no seio dos partidos políticos como na opinião pública. Exigir o compromisso do governo com a paz e criticar posições interpretadas como compatíveis com a guerra marcam a posição declarada de Maíllo face aos líderes dos principais partidos da oposição.



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