SI grande troca de prisioneiros Entre a Ucrânia e a Rússia saíram 500 pessoas de cada lado em apenas dois dias, o que representa uma das maiores operações deste tipo desde o início da guerra, segundo o Reuters e o Agência EFE. Uma foto divulgada pela presidência ucraniana mostra um homem saindo de um ônibus, abraçando-se e conectando-se com sua família.
No total, a Ucrânia e a Rússia trocaram 500 prisioneiros de guerra de ambos os lados entre quinta e sexta-feira, depois de o acordo ter sido alcançado em negociações presenciais em Genebra. Agência EFE. A operação incluiu a libertação de 200 pessoas de cada país na quinta-feira, e elas se juntaram na sexta-feira 300 soldados ucranianos e dois civisassim como 300 soldados russoscompletando o total dos publicados nestes dois dias.
As autoridades ucranianas informaram que os libertados defendiam diferentes áreas da frente, desde em Donetsk sim Lugansk no leste até Kherson no sul, segundo Reuters. Enquanto isso, o Agência EFE relatou que “300 soldados russos foram repatriados de territórios sob controle ucraniano”, em resposta à entrega de prisioneiros ucranianos a Kiev.
A troca resultou do acordo alcançado nas recentes negociações em Genebra entre as delegações dos dois países, disse a fonte oficial. Reuters e o Agência EFE. Embora as conversações diretas sobre questões territoriais continuem bloqueadas, a libertação de prisioneiros continua a ser um dos poucos mecanismos de cooperação, segundo as duas agências.
Durante fevereiro, Kyiv e Moscou realizaram intercâmbios 157 prisioneiros de guerra de cada partido, retomou este tipo de trabalho após uma pausa até outubro do ano passado, explicando detalhadamente o Agência EFE.
A contribuição de mediador internacionalcomo os Emirados Árabes Unidos e os Estados Unidos, decidiram desenvolver o intercâmbio, apontaram Agência EFE. Estava prevista uma reunião tripartida para discutir novas medidas humanitárias, mas foi adiada devido à escalada do conflito no Médio Oriente, o que levantou dúvidas sobre futuros desenvolvimentos diplomáticos.
Atualmente, a troca de prisioneiros e a devolução dos restos mortais são os únicos resultados tangíveis das conversações diretas mantidas desde 2025 entre Kiev e Moscovo, devido à pressão internacional, especialmente de Washington. A continuação do diálogo depende do ambiente mundial e da vontade das partes de prosseguirem as relações diplomáticas.















