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Mais ação no Senado: o PRO, a oposição peronista e as províncias voltaram a buscar armas.

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Membros do novo bloco “Impulso País” na Câmara Alta. São sete senadores entre o PRO, as Províncias Unidas e as duas províncias

Terminado o período preparatório e eleitos os dirigentes no Senado, A bancada do PRO, os peronistas da oposição nas Províncias Unidas e as feras das duas províncias voltam a lutar esta tarde em um novo bloco. dialogista. Chama-se “Impulso Country” e Se os sete membros começarem a atuar juntos no local, serão importantes para a agenda do governo libertário..

Os três membros do PRO são Martin Goerling (Missionário, Chefe do Espaço), Andreia Cristina (Chubut) e Victoria Huala (La Pampa). Enquanto isso, nas Províncias Unidas há Carlos Espínola (Correntes) e Alejandra Vigo (Córdova).

Ao mesmo tempo, na orla do território, surge Tucumana Beatriz Ávila, que levou diversas camisetas e se deu bem com o ex-governador e kirchnerista Osvaldo Jaldo, e um radical de Chubut. Edith Terenzi. Este último e Cristina mantêm um vínculo com o chefe da província, Ignácio Torres.

O movimento parece tardio, embora não um pouco. Não se deve esquecer que neste momento, Os dez senadores da União Cívica Radical (UCR) e as discussões do Impulso País somaram 17 votos transcendentais para um governo. que, através do pulso de Patrícia Bullrichtornar-se Pac-Man no Senado, tanto na comissão como na distribuição de assentos ao meio-dia de hoje.

Nesse panorama, o novo agrupamento interbloco – que votou de forma diferente na gestão Mileista – tende ao terceiro lugar em números no Senado. Ou seja, passar para a UCR – ou quebrá-la, com a ajuda dos atacantes da festa do centenário – que comemorou o ocorrido há muitas horas no local como uma medalha de ouro olímpica. Uma autoridade certificada, posicionada no Levantamento Geral do país (AGN) para Luis Naidenoff – altos salários e contratos em todos os lugares – e um peso especial para negociar com a Bullrich diante de cada projeto complexo.

Outra coisa a considerar: há uma litania de documentos judiciais que serão submetidos à apreciação do Comité dos Tratados da Câmara dos Comuns. Não é negócio fazer isso separadamente, especialmente diante dos irmãos Bullrich e Milei. Por trás do interbloco surge o perfume do ex-presidente Maurício Macri e ex-governador de Córdoba Juan Schiaretti. Dois legisladores disseram Informações que nasceu deles e não de cima, além da última aprovação do ex-presidente na questão do PRO.

De outro gabinete, confirmaram a esta informação a ideia de “acrescentar um livro” face ao recente prémio e ao melhor lugar que a UCR recebeu do Balcarce 50. Quando questionado sobre o desafio de reforçar a ação esta tarde – lei votada em conjunto -, do “Impulso País” destacou que, Geralmente, as mudanças são “administrativas”. A cerca é a regra principal.

Novidades em desenvolvimento…



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