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Marco Rubio garante que os Estados Unidos não pretendem ser associados à escravatura na Europa: “Queremos ser seu parceiro”

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Rubio prometeu que os Estados Unidos não querem uma relação de escravidão com a Europa, mas sim uma parceria entre iguais (Alex Brandon/REUTERS)

O Secretário de Estado responsável Estados Unidos, Marco Rubio, foi anunciado no domingo Bratislava mas a administração do presidente Donald Trump não exigente Europa relação de subordinação. “Não estamos a pedir à Europa que se torne vassalo dos Estados Unidos”disse Rubio na capital da Eslováquia, sublinhando que Washington procura uma parceria igualitária. “Queremos ser o seu parceiro. Queremos trabalhar com a Europa. Queremos trabalhar com os nossos aliados”, disse o responsável.

As revelações vieram um dia depois Rubi para participar Conferência de Segurança de Muniqueonde a delegação americana procurou reduzir as tensões com os líderes europeus. O Secretário de Estado garantiu isso, naquela discussão EUA não pretendendo se distanciar Europamas para reacender velhas amizades, embora tenha insistido que esta abordagem deve estar alinhada com a visão estratégica da administração Trump.

Durante seu discurso na Alemanha, Rubi apresentou: “Quando as manchetes anunciarem o fim da era transatlântica, que fique claro para todos que este não é o nosso objetivo ou desejo, porque para nós, americanos, a nossa casa pode ser no Hemisfério Ocidental, mas seremos sempre filhos da Europa”. Este anúncio foi recebido com aplausos pelo público, em meio a tensões entre os dois lados, ameaças de tarifas e controvérsia sobre os interesses americanos na ilha dinamarquesa. Groenlândia.

No sábado, na Alemanha, o Secretário de Estado dos EUA apresentou uma proposta para reavivar as relações entre os EUA e a Europa.

Rubi enfatizou as intenções de Washington “Reacender velhas amizades e renovar a maior civilização da história da humanidade”o que difere o tom de sua mensagem daquele adotado pelo vice-presidente no ano passado JD Vanceque alertou que o perigo real é Europa de seu próprio ambiente, citando a erosão de valores e restrições à liberdade de expressão.

O Secretário de Estado defendeu a participação dos aliados europeus na guerra como Coréia sim Afeganistãoembora tenha reconhecido que a administração Trump pode parecer “direta e urgente” nas suas propostas. Contudo, reiterou o seu apoio à EUA em um Europa forte e unidos, lembrando a importância das lições aprendidas após duas guerras mundiais.

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Rubio se encontra com o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico (Alex Brandon/Pool via REUTERS)

Rubi Sublinhou que a renovação das relações transatlânticas deve ser feita de acordo com as instruções dadas pela actual administração. Apelou à Europa para que considere a “erros do passado”como a crença de que o comércio internacional e uma ordem internacional baseada em regras poderiam substituir os interesses nacionais após o colapso da Muro de Berlim. Além disso, a eficácia do foi questionada Nações Unidas (ONU) resolver o conflito lá Gaza sim Ucrâniaconter o programa nuclear do Irão e confrontar o seu “ditador narcótico” VENEZUELAconfirmar a direção tomada por EUA.

Finalmente, Rubi explicou que a administração sua trombeta não pretende destruir as instituições internacionais criadas após a Segunda Guerra Mundial, mas “atualize e corrija-os” com os seus aliados, de acordo com a estratégia do mundo Washington.



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