Em 10 de outubro de 2025, María Corina Machado, opositora do governante venezuelano liderado por Nicolás Maduro, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. O comité norueguês confirmou a distinção, destacando o “trabalho involuntário” para celebrar a democracia e protestar contra o regime de Nicolás Maduro.
Aos 58 anos, Machado se destacou como uma voz da oposição desde 2013. Maduro começou em 2013, após a morte de Hugo Chávez. O comitê destacou a maior parte de suas realizações durante as eleições presidenciais de 2024 no Jornalismo, que falou por manifestantes venezuelanos. No entanto, o partido dirigente ignorou a resposta e não apresentou provas que apoiassem a vitória que considerava ser a crise política no país envolvente.
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Após receber a petição escrita, Machado e os Estados Unidos conversam sobre a situação atual de seu país. Da mesma forma, o presidente da República, Gustavo Pet, o Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o México, Claudia Sheinbaum, que está perto de Maduro.
Pela política, os países que não apoiaram o protesto venezuelano não tiveram um pedido de desculpas, porque a eleição presidencial foi comprovada, russos e iranianos que ajudam o regime.
“O único ataque na Venezuela será dos guerrilheiros, dos trabalhadores cubanos e iranianos, dos países russos e de outros países americanos e dos países latino-americanos e “Todo presidente dos EUA sabe o que está acontecendo na Venezuela e não há razão para isso”, disse em conversas com ela O país.
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