Por muitos anos, muitas pessoas acreditaram que o caqui e o caqui eram frutas diferentes. A semelhança entre os dois pode causar confusão no mercado, onde um parece mole e o outro duro e frágil. No entanto, a explicação por trás dessa diferença é mais simples por causa do que é visto.
“Esses dois nomes correspondem à mesma fruta”, explicou a Dra. María Muñoz, mas a diferença está no tratamento e na hora de comer. Se o caqui comum está associado a uma textura gelatinosa, o caqui é conhecido por a polpa é firme e brilhante. A confusão é comum, assim como a maravilha de descobrir suas verdadeiras conexões.
O caqui é a mais popular das duas frutas e a que costuma ser mais facilmente reconhecida. Já o caqui é relativamente recente e embora seja considerado uma variedade, é a fruta é exatamente a mesma com os pontos específicos que o especialista explicou através da rede social.
“A base da diferença entre caqui e caqui está nos taninos, alguns ingredientes naturais o que provoca uma sensação de secura e dureza na boca. “O caqui tradicional contém grande proporção desses elementos, o que obriga a esperar até que a fruta esteja realmente madura para comê-la”, explica a médica. Esse amadurecimento diminui a tensão e deixa a polpa como água, boa para comer de colher.
“O caqui surgiu como uma inovação desenvolvida em Ribera del Suquer, em Valência. Foi desenvolvido um processo para retirar os taninos da fruta antes que ela esteja totalmente madura”, explica Muñoz. Após esse tratamento, os caquis podem ser consumidos ainda firmes, como as maçãs, não existe um sentimento tão duro tornando o caqui tradicional único. Esse progresso permitiu que a fruta ganhasse popularidade entre aqueles que preferem sua textura mais crocante e fresca.
É assim que o Dr. Muñoz: “Os caquis não têm essa adstringência, por isso podem ser comidos duros”. Esta característica mudou o mercado do caqui em Espanha e deu origem uma nova maneira desfrutar sempre da mesma fruta.
O caqui, em qualquer versão, é uma verdadeira bomba alimentar. É único no seu teor de vitamina A, ainda mais do que as cenouras. Além disso, fornece antioxidantes como beta-caroteno e licopeno, que ajudam a proteger o células antienvelhecimento. Seu conteúdo de fibra promove a evacuação, enquanto a vitamina C e o potássio ajudam a fortalecer o sistema imunológico e a manter a saúde do coração.

Porém, o Dr. alerta. Muñoz que “as pessoas com diabetes devem ter cuidado, porque os caquis têm um alto índice glicêmico”. Portanto, é recomendável comê-lo lá parte do meio e, se possível, com uma dieta rica em proteínas. Ressalta-se também que quem tem problemas renais ou faz terapia com betabloqueadores deve monitorar a ingestão de potássio, pois o caqui é uma importante fonte desse mineral.
O importante é saborear essa fruta com respeito. Caquis comuns e caquis oferecem sabores e nutrientes semelhantes diferentes gostos e necessidades. A ciência e a experiência de especialistas como o Dr. Muñoz nos permitem escolher a opção mais adequada em cada caso.















