A Marinha divulgou um relatório sobre a investigação completa da investigação que inclui quatro casos importantes que levaram o porta-aviões americano Harry S. Truman durante o relaxamento que atribuíram a um ataque dos rebeldes Houthi Hochi. Eventos que vão desde incêndios até quedas e danos que causaram a perda de aeronaves, que evidenciam o estresse e a gestão da administração central na região.
Em dezembro de 2024, o USS Gettysburg, um contratorpedeiro do grupo de ataque Truman, executou dois caças americanos F/A-18F, que eles acreditam ser a próxima ameaça Houthi. A investigação revelou que os marinheiros que trabalhavam no Compat ao largo de Merda de Gettysburg não tinham formação suficiente e dependiam de sistemas tecnológicos. Felizmente, um piloto conseguiu decolar antes de ser atingido, enquanto o míssil alvo do segundo jato interrompeu o segundo produto químico antes que ele pudesse ocorrer.
A próxima morte ocorreu em fevereiro, quando o navio mercante colidiu com o Truman durante a maré alta perto do Canal de Suez. Os marinheiros relataram uma cultura de urgência e pressão para “simplesmente fazer”, o que contribuiu para o conflito. Os especialistas não tomaram as devidas medidas de precaução, atrasando o cronograma de precaução, o que levou ao incidente. Os investigadores descobriram que não só este oficial, mas também o pessoal superior, incluindo o comandante e o piloto do navio, não conseguiram avaliar os riscos associados à organização do seu transporte.
Mais tarde, em abril, houve tensão adicional com a transportadora no caso do incidente envolvendo outro F/A-18. Durante uma manobra delicada para evitar os mísseis Houthi, os marinheiros receberam um avião que se moveu, mas não foram devidamente informados dos movimentos do navio. Um jato saltou da boca e caiu no mar, levantando questões sobre a estrutura do seu sistema. Os investigadores apontaram a falta de manutenção devido ao ritmo elevado, o que impediu a paralisação regular do navio e de seus equipamentos.
O último incidente detalhado no relatório ocorreu em maio de 2025, envolvendo outro F/A-18 que passou furtivamente durante a passagem quando o cabo pretendia parar. Os investigadores atribuíram esta falha à manutenção da arma de detenção, especialmente à falta do componente que permitia ao PIN mover-se lentamente. O contra-almirante Sean Bailey, comandante do grupo de ataque Truman na época, expressou preocupação com a prevenção da escassez e enfatizou que muitas funções não estavam bem conscientes das necessidades de aeronaves e equipamentos.
Durante essas investigações, ficou claro que as altas exigências impostas à equipe Truman e ao ambiente que ela propunha estavam fadadas à inadequação. O relatório destacou a necessidade de melhor formação, melhor alocação de recursos para manutenção e uma revisão das estratégias operacionais para melhorar a segurança e a eficácia na mitigação futura.















