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Meta e Nvidia estão comprometidas com o futuro da IA ​​com sua parceria multichip

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A Nvidia enfatiza que suas soluções são líderes em áreas como gerenciamento de dados. (Composição do Infobae: REUTERS/Dado Ruvic/Tyrone Siu)

A Nvidia e a Meta Platforms selaram um acordo plurianual que marca um novo capítulo para a inteligência artificial em escala global. O acordo cobre a venda de milhões de chips Nvidia atuais e futuros para a Meta, abrangendo unidades avançadas de processamento de IA e processadores centrais que competem diretamente com produtos da Intel e AMD.

Esta parceria estratégica fortalece a posição de ambas as empresas no desenvolvimento e implantação de tecnologia de IA e antecipa uma nova onda de inovação neste campo.

Embora a Nvidia não tenha divulgado o valor total da transação, a empresa confirmou que o acordo inclui a entrega dos chips Blackwell de próxima geração, bem como futuros chips Rubin AI que ainda não chegaram ao mercado. Além disso, a Meta terá acesso a instalações independentes dos processadores centrais Grace e Vera, desenvolvidos pela Nvidia na arquitetura Arm Holdings.

Meta começou a testar
A Meta começou a testar seus próprios chips de IA para treinar modelos no ano passado. REUTERS/Dado Ruvic

Esses processadores centrais são projetados não apenas para complementar os chips de IA, mas também para se tornarem os principais componentes do trabalho de alto desempenho e da execução de trabalhadores inteligentes.

A Nvidia enfatiza que suas soluções são líderes em áreas como gerenciamento de dados e trabalho técnico diário, e oferecem maior eficiência energética em comparação com seus concorrentes diretos.

O anúncio do negócio ocorre no momento em que a Meta também desenvolve seus próprios chips de inteligência artificial e conversa com o Google sobre a possibilidade de usar os chips Tensor Processing Unit (TPU) da empresa.

Nvidia não forneceu nenhum detalhe publicamente
A Nvidia não divulgou publicamente o volume do comércio Meta. NVIDIA/Folheto para REUTERS

Esta estratégia revela o compromisso da Meta em melhorar e fortalecer a infraestrutura tecnológica para IA, integrando soluções de diferentes grandes produtores.

Ian Buck, CEO do grupo de computação de alto desempenho da Nvidia, explicou que foi demonstrado que o processador Grace consome metade da energia para tarefas típicas de dados, e a próxima geração, Vera, promete ainda mais melhorias. Segundo Buck, a Meta já testou o Vera com uma carga específica e os resultados são muito promissores.

Embora a Nvidia não tenha divulgado publicamente o volume de vendas da Meta, estima-se que a empresa seja um dos quatro principais clientes, representando 61% de sua receita trimestral.

Ilustração digital da guerra
Uma ilustração digital da batalha tecnológica entre Meta, Google, Microsoft e Nvidia para desenvolver chips avançados de IA. (Foto da Infobae)

Especialistas do setor, como Moorhead, apontaram que a Nvidia pretende destacar esta aliança para demonstrar a força do seu negócio com a Meta e a crescente importância dos processadores centrais no mercado global.

Esta parceria coloca ambas as empresas na vanguarda da inteligência artificial e da computação de alto desempenho, e prevemos uma concorrência ainda mais acirrada no desenvolvimento de ferramentas avançadas para IA, tanto no data center como em aplicações emergentes.

Na competição por inteligência artificial, a Meta começou a testar seus próprios chips de IA para treinar modelos a partir do ano passado e adquiriu a startup Rivos para avançar no desenvolvimento de semicondutores convencionais.

Ao mesmo tempo, o Google fortaleceu as TPUs, por isso empresas como Anthropic, OpenAI e a própria Meta assinaram importantes acordos de nuvem para acessar essa tecnologia. A Microsoft, por sua vez, apresentou o chip Maia 200 de última geração, um passo importante após alguns atrasos no seu lançamento.

Esses avanços não abrangem apenas o design do processador. Jonathan Atkin, analista da RBC Capital Markets, observou que tanto a Microsoft como a Amazon estão a investir em fibra escura – cabos subterrâneos de fibra ótica que permanecem inativos até serem necessários – para impulsionar a sua infraestrutura.

Embora o Google e o Meta tenham seus próprios cabos, eles ainda dependem de provedores externos para ampliar sua conectividade. Esses investimentos em infraestrutura permitem que as empresas melhorem a conectividade do data center e respondam ao aumento da demanda por serviços em nuvem.



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