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Nova Gales do Sul impõe leis mais rígidas sobre armas e combate o terrorismo após tiroteio em massa em Bondi Beach

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Na sequência do tiroteio em massa em Bondi Beach, Nova Gales do Sul, a Austrália introduziu novas regras anti-armas e antiterroristas destinadas a reforçar a segurança pública. Estas mudanças foram motivadas pelo terrível ataque que ocorreu durante um feriado judaico em 14 de Dezembro, no qual um pai de 50 anos e o seu filho de 24 anos foram alegadamente mortos a tiro, matando pelo menos 15 pessoas.

Em 24 de dezembro, o parlamento de Nova Gales do Sul aprovou o Projeto de Emenda sobre Terrorismo e Outras Legislações em sessão de emergência, com a câmara alta votando a favor do projeto por 18 a 8. Nos termos da nova lei, a exibição pública de símbolos associados ao terrorismo é proibida. O primeiro-ministro Chris Minns reconheceu que as novas regras podem não ser universalmente aceites, mas sublinhou o compromisso do governo em proteger os residentes. “Sydney e Nova Gales do Sul mudaram para sempre por este ato de terrorismo”, disse ele aos repórteres.

Uma das pessoas que se destacaram no trágico incidente foi Ahmed al Ahmed, um morador local de 43 anos que interveio corajosamente durante o ataque, arrancando com sucesso uma arma de um dos agressores. Atualmente se recuperando no hospital dos ferimentos sofridos durante o confronto, Ahmed é conhecido como um espectador heróico que arriscou a vida para proteger outras pessoas. Os relatórios dizem que ele agiu de forma decisiva, atacando o atirador enquanto ele se escondia atrás de um carro estacionado.

A bravura de Ahmed foi aplaudida por seu pai, Mohamed Fateh al Ahmed, que compartilhou suas idéias sobre o caráter e as ações de seu filho durante uma entrevista à ABC News. Mohamed descreveu Ahmed como um cidadão dedicado, enfatizando a sua história de serviço policial e a sua motivação natural para proteger aqueles que estão em perigo. “Quando viu pessoas caídas no chão e cobertas de sangue, a sua consciência rapidamente o levou a atacar um dos terroristas e a tomar a sua arma”, disse ele.

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O primeiro-ministro Minns descreveu Ahmed como “um verdadeiro herói”, elogiando-o pela sua extraordinária bravura. Ele explicou que o incidente apresentou uma cena incrível, que poderia ter salvado muitas vidas sob risco pessoal. O apoio às ações de Ahmed também veio de figuras internacionais, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, que o chamou de “homem muito corajoso”.

À medida que a comunidade se debate com esta matança horrível, o governo enfrenta agora uma conjuntura crítica que moldará a sua abordagem à segurança e à ordem pública nos próximos anos.

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