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O Cartório decidirá sobre a iniciativa de convocação de assembleia regional, conforme vontade de Gustavo Petro.

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Comitê de Promoção Constituinte fundado por Gustavo Petro, espera feedback positivo do cartório – crédito @petrogustavo/X

O Registro Nacional do Estado Civil é o órgão responsável por determinar se é ou não possível iniciar um comitê de campanha que promova a coleta de assinaturas para convocar uma Assembleia Nacional na Colômbia. Tudo isto, na pergunta feita pelo Presidente da República, Gustavo Petro, que prometeu na sua última campanha que não convocaria este sistema para renovar a Constituição Política, válida desde 1991.

Essa semana, O departamento liderado por Hernán Penagos deve emitir um parecer básico sobre o processode acordo com informações retornadas por O público. Este é um caso que tem gerado intenso debate, porque o movimento recebeu o apoio do presidente e foi acompanhado de perto pelo ministro do Trabalho, Antonio Sanguino, que esteve presente no dia do estabelecimento da intenção de assinatura.

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A atual Constituição foi publicada
A atual Constituição foi promulgada em 1991, após um importante passo que começou com a erradicação do M-19 – crédito EFE.

Com efeito, no dia 26 de dezembro de 2025, o grupo de cidadãos apresentou o pedido à organização, com a participação de organizações sociais e sindicatos. Sanguino participou neste evento na qualidade de representante do Governo, enfrentando o processo que exige que, uma vez confirmados os requisitos legais, seja publicado o formulário oficial que permitirá iniciar a recolha de assinaturas, num prazo que se refere a 15 dias úteis para que o parecer sobre a matéria seja publicado.

Governo espera que processo alcance 10 milhões de assinaturasembora as regras atuais estabeleçam um mínimo de 2,5 milhões para avançar o movimento. “Esperamos que este comitê de campanha enfrente o desafio de coletar pelo menos três milhões de assinaturas, mas queríamos que 10 milhões de colombianos nos dessem poder suficiente para que o próximo Congresso da República considere esta ação legislativa popular”, disse Sanguino.

Gustavo Petro assinou em 2018
Gustavo Petro assinou um plano em 2018 no qual prometia não convocar assembleia regional; Porém, sete anos depois ele mudou de ideia – crédito @petrogustavo/X

Este responsável confirmou que o objectivo é legitimar o processo e a iniciativa para obter um amplo apoio dos cidadãos, apesar de diferentes sectores terem destacado, de facto, que o Petro assinou com o mármore, como aconteceu na campanha de 2018. mas ele não proporá a realização de uma assembleia nacional; Pois bem – e agora – foi considerada uma forma de prolongar a sua estadia na Casa de Nariño.

A presença de governantes na cerimônia de inauguração gerou críticas de diversos setores. Embora o Executivo confirme que não pode intervir diretamente na recolha de assinaturaso Ministro do Interior, Armando Benedetti, explicou que o processo só avançará após a entrega dos documentos e que o prazo para recolha de apoios é de três meses; Ou seja, segundo o titular da pasta, não coincidirá com o período eleitoral.

Parte da razão para amar
Entre os motivos para querer promover a assembleia nacional, o chefe de Estado apontou “obstáculos jurídicos” às suas reformas – crédito Ernesto Guzmán/EFE

Nesta linha de raciocínio, o Ministro Benedetti anunciou que a apresentação perante o Congresso É até 20 de julhoquando a nova legislatura foi instalada e a eleição presidencial foi proposta. Como era de se esperar, o tema tem causado conflitos políticos, como a posição do ex-presidente Álvaro Uribe Vélez, que se opôs fortemente à mudança da Carta Magna, que segundo ele o Petro buscará neste plano.

“Agora eles querem mudar a constituição, a estratégia eleitoral. A Constituição que solicitaram, como guerrilheiros do M-19, ajudou a redigir e aprovar“, disse Uribe, que se juntou, se quiserem, a outras vozes de rejeição, como a da Provedora de Justiça, Iris Marín, que com uma ampla mensagem na rede social fez um claro apelo ao apoio às instituições criadas após a publicação da Constituição.



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