A direita colombiana enfrenta uma divisão interna marcada pela tensão entre Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia, em plena corrida presidencial e pela situação eleitoral contra Iván Cepedade acordo com as informações recebidas Jornal da semana. Esta divergência, que tem sido discutida em privado, veio à tona após declarações públicas que mostram o conflito entre os dois partidos políticos.
O pai de Abelardo de la Espriella disse que “O confronto, claro, é com Paloma… Cepeda está garantido no segundo turno”, conforme afirma Jornal da semanarevela uma leitura estratégica que prioriza os conflitos internos em detrimento dos adversários externos. Estas palavras refletem a suposição de que a verdadeira luta no primeiro turno ocorrerá dentro dos direitos.
As tensões aumentaram após a intervenção do público e a mensagem política entre as campanhas, comprovando o ambiente de conflito interno que aumentou a incerteza das eleições.de acordo com as informações recebidas Jornal da semana. Até o ex-presidente Álvaro Uribe interveio com uma mensagem em que pedia unidade, o que provocou novas reações no seio do grupo político.
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Abelardo de la Espriella respondeu ao apelo à unidade de Álvaro Uribe, que garantiu: “Nesta cruzada, na segunda volta, continuarei a repetir o mantra: unidade para derrotar Cepeda e Petro… ‘Todos aqueles que lutam contra um estão unidos aqui’”, citado por Jornal da semana. Sua mensagem foi clara de que a união será realizada depois do primeiro turno e não antes.
Por sua vez, Paloma Valencia respondeu: “Compreendemos todos os que queiram participar nesta campanha”, citada por Jornal da semanareafirma a sua vontade de agregar apoios, mesmo que isso não altere a dinâmica da atual competição. Neste contexto, Uribe explicou-se: “O primeiro turno é muito lógico… Paloma, tendo recebido a consulta, deve ir para o primeiro turno”, citado por Jornal da semana.
O desacordo não se limita à estratégia eleitoral. De la Espriella também evitou o mundo político de Valência. “Dra. Paloma Valencia compete… mas a explicação deve ser feita”, afirmou, citado pelo Jornal da semanaantes de questionar a unidade do partido. Da mesma forma, acrescentou: “Fizemos um acordo com o povo colombiano e com Deus”, segundo esta informação.
As críticas se intensificaram quando o candidato garantiu: “Há santidade, como sempre”, segundo o Jornal da semanasobre os setores que apoiam Valência. Além disso, observou: “Todas aquelas pessoas que estavam com Paloma bateram à minha porta e eu não as recebi porque era um acordo muito apertado”, segundo esta fonte, que reafirmou a sua posição de independência política.
Em contrapartida, Paloma Valencia procurou expandir a sua base de apoio. “Liberais e conservadores são bem-vindos aqui… Quero ser o presidente de todos”, disse ele, citado pelo Jornal da semana. Ele também rejeitou perguntas sobre sua campanha: “Não tolerei um único ministério ou cargo. As pessoas conhecem minha transparência”, informou a mídia.
Ao mesmo tempo, o contexto eleitoral é influenciado pela imagem de Iván Cepeda, que também interveio no debate político. “Nossa rivalidade é clara: não é contra Paloma ou Abelardo, é contra Uribe”, disse. O paísobserve o contraste na abordagem competitiva.
Neste caso, ambos os candidatos mantêm a opção de avançar para a segunda volta, o que aumenta a pressão entre os grupos políticos. A divisão, que ainda não foi resolvida, mantém os eleitores concentrados no desenvolvimento do conflito que está redefinindo a dinâmica dos colombianos em pleno processo presidencial.















