Josep Lacunza, vereador com Carlos Mazón para Cecopi a noite da DANA, testemunhou segunda-feira no caso da investigação da morte de 230 pessoas em 29 de outubro de 2024 e garantiu que o ex-presidente só chegou a Palau às 19h30, versão contrária ao que disseram os guardas que garantiram que ele chegou às 20h.
Eles também entraram em confronto durante o tempo que passaram lá: segundo Lacunza, foram até 25 minutos, mas o guarda informou que foram cerca de 10 minutos, contradição que o próprio juiz emitiu durante a investigação, segundo fontes do site. Informações.
Em seu depoimento, o vereador enfatizou que não tinha certeza se Mazón chegou às 19h32. ou 19h42 para o pátio gótico, mas ainda quase meia hora antes da versão do guarda.
Uma vez no prédio, foram juntos ao escritório de Mazón, onde a primeira conversa foi sobre a investigação do CIS e outros temas relacionados. Aí o próprio Lacunza avisa que há “caos”, porque o metrô acaba de ser inundado e por cerca de 20-25 minutos o ex-presidente conversou ao telefone com diversas pessoas, mas não houve discussão sobre a DANA, segundo sua explicação.
Houve efectivamente uma chamada para a ex-ministra da Justiça e Paz, Salomé Pradas, por volta das 19h45, que este acreditou ter sido quem ligou, onde lhe disseram que havia um problema na barragem da Forata.
(novo por extensão)















