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O ex-presidente da Câmara de Montana foi acusado de má conduta oficial

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O ex-presidente republicano do Senado, Jason Ellsworth, está enfrentando acusações oficiais de má conduta por supostamente tentar garantir US$ 171.100 em contratos governamentais para amigos próximos e associados. O Departamento de Justiça do estado fez o anúncio na quinta-feira, anunciando que apresentou acusações legais contra o legislador de Hamilton e está pedindo sua suspensão enquanto se aguarda uma decisão judicial.

Dados os limites de mandato de Ellsworth e a sua ausência da comissão interina, a suspensão sem remuneração poderia ter um impacto limitado no seu último ano, especialmente porque a legislatura não está programada para se reunir. Em uma grande medida no início deste ano, Ellsworth e todos os seus colegas do Senado foram banidos do plenário do Senado por violações éticas relacionadas ao caso contratual.

Uma acusação de má conduta oficial acarreta uma pena potencial de seis meses de prisão. Ellsworth não pôde comentar as acusações, mas negou qualquer irregularidade. Ele ocupou o cargo de presidente do Senado em 2023, mas foi substituído em novembro de 2024, quando o senador republicano Matt Regier foi eleito para liderar o Senado.

De acordo com documentos apresentados no Tribunal Distrital do Condado de Lewis e Clark, Regier soube no início de janeiro que Ellsworth havia contatado um amigo para supervisionar a legislação proposta sobre alegações de parcialidade no sistema judicial do estado. Após essa descoberta, houve uma investigação ética por parte do Senado, que revelou que Regier e a assistente legislativa Rhonda Knudsen deram dicas sobre escutas telefônicas fraudulentas aos legisladores estaduais.

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Rhonda Knudsen é mãe do procurador-geral do estado, Austin Knudsen, que supervisiona o Departamento de Justiça. A Divisão de Auditoria Legislativa concluiu no início deste ano que Ellsworth tentou contornar o limite de US$ 100.000 dividindo o trabalho concedido a Bryce Eggleston, um ex-funcionário do negócio de assinaturas de revistas de Ellsworth, em dois contratos separados no valor de US$ 170.100. No entanto, Eggleston recusou o trabalho antes que a investigação fosse concluída.

Em abril, o Senado votou esmagadoramente – 44 a 6 – pelo impeachment de Ellsworth pelas suas ações. Uma votação separada em fevereiro já encaminhou o caso para uma investigação criminal pelo Departamento de Justiça. Num comunicado de imprensa após o anúncio do impeachment, Regier expressou o seu apoio aos esforços do procurador-geral Austin Knudsen para combater a corrupção governamental, observando que os líderes republicanos tentaram três vezes expulsar Ellsworth do Senado, mas não conseguiram a maioria de dois terços necessária.

Os desenvolvimentos em torno do caso Ellsworth continuam, destacando preocupações sobre ética e responsabilização dentro do governo estadual.

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