Segundo o Noticias Rcn, as duas forças e o Diretor da Direção Nacional (DNI) Agente Wilmar Mejía suspenderam temporariamente esta medida, com duração de três meses e prorrogação, estabelecida após a identificação de relações ilegais entre altos funcionários e grupos armados ilegais que estavam associados a Alexander Mendoza, conhecido como ‘Carcá’. O escritório de advocacia da Colômbia indicou a sua decisão, citada pelo Noticias Rcn, de que não há recurso da suspensão.
Conforme relatado pelo escritório de advocacia e relatado pelo Noticias Rcn, as condições não permitem o recurso e procuram proteger o andamento da investigação. O chefe da pasta da defesa, Pedro Sánchez, confirmou que a instituição foi muito rigorosa com o que o escritório de advocacia procurava. “Seguimos e fiscalizamos tanto a constituição como a lei. Ele recusou e não realizará quaisquer atividades ilegais nas instituições governamentais e ajudará o ministério a esclarecer em conjunto os referidos factos.
Segundo a primeira conclusão divulgada pela Rádio Caracol e mencionada na primeira análise, os investigadores encontraram indícios de que Huertas e Mejía promoveram a criação de uma empresa de segurança segura. O objetivo desta referida empresa era facilitar a movimentação de membros e armas para grupos armados, e evitar o controle oficial, concentrando-se especialmente em guerrilheiros com mercenários. Estas hipóteses surgiram da análise do computador que foi levado durante a operação de julho de 2024. Durante esta operação, as forças armadas apreenderam armas, dinheiro e equipamentos eletrónicos, e prenderam várias pessoas, incluindo ‘Carcarcá’.
Apesar disso, o Noticias Rcn informou que o Ministério Público colombiano libertou os presos, afirmando que estes cumpriram a vontade de paz, incluindo Alexander Mendoza. O conteúdo retirado destes dispositivos comprovará o seu papel para além da logística, que teria transferido dados confidenciais aos adversários.
Outro aspecto da investigação, conforme noticiado por Noticias Rcn e Rádio Caracol, envolve a análise de mensagens que indicam ligações a figuras políticas de alto nível. Nessas discussões, a vice-presidente Francia Márquez desempenha o papel de mediadora do financiamento do Estado-Maior (EMC), sistema comandado por ‘IVán Mordisco’, além da campanha do presidente Gustavo Peto. Esta informação levantou questões sobre o possível envolvimento de actores políticos em redes de investigação.
Conforme apontado pelo Noticias Rcn, o presidente Gustavo Peto falou sobre a divulgação dessas mensagens e questionou livremente a autenticidade do seu conteúdo, especialmente a autenticidade do Áudio e de algumas bandas. “Os chats publicados (…) foram criados”, escreveu Petro em seu relato X, solicitando diligentemente um técnico para explicar a origem e a confiabilidade dos registros. Da mesma forma, destacou que o som produzido por algumas gravações de Mejía era inconsistente com ele, confirmando que este aspecto foi confirmado por análises independentes.
Petro também foi paciente, conforme noticiado pelo Noticias Rcn, que o general Huertas deixou o exército antes de assumir a presidência e que foi reintegrado como oficial da ativa há três meses. Segundo sua história, essa informação impede Huertas de participar da trama conforme declarado e da observação distante dos fatos investigados. Por outro lado, Petro obrigou o Ministério Público a explicar por que demorou 16 meses para abrir oficialmente a investigação.
Foi demonstrado ao presidente, conforme noticiado pelo Noticias Rcn, que apresentou queixa ao Ministério Público contra as seis empresas de segurança e seus vínculos criminosos. Segundo eles, essas empresas funcionavam legalmente durante o governo anterior, com a participação de políticos e empresários. Esta declaração ampliou a perspectiva do caso para uma rede e relacionamento mais amplos no setor privado.
Várias fontes de informação recolhidas pela rádio RCN e pela Rádio Caracol detalharam que as ações dos militares em julho em julho resultaram em grandes confissões e no aumento de provas que apoiaram as medidas punitivas. O debate sobre a obra-prima dos vazamentos e a profundidade da cooperação entre o poder público e o sistema de armas ilegais permanece, segundo o tom do comunicado sobre a instituição citado na mídia. O andamento da investigação do Ministério Público depende da análise do material apreendido e da cooperação com as organizações acima mencionadas.















