A decisão do juiz no julgamento contra Nicolá Burgos deu origem ao novo processo judicial ao verificar a apuração do criminoso e a punição do funcionário do escritório de advocacia, que liderava a revista Semana no momento da ação. Esta decisão foi tomada após considerar que este direito fundamental foi violado durante a prisão de Betro Burgos, realizada em julho de 2023.
O juiz baseou sua decisão nos vídeos apresentados pela defesa, que, segundo sua análise, mostram que os operadores do CTI gravaram o procedimento na área privada dos acusados. O juiz enfatizou que o regulamento interno exige a proteção do local, que permite a troca de roupas e a proteção pessoal de pessoas em situação de vulnerabilidade, como gestantes. Neste parecer, lembrou que o artigo 128.º do código de conduta conferia ao Ministério Público o dever de agir “com o máximo cuidado” durante o processo de detenção.
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Segundo o juiz, os investigadores e a polícia judiciária que entraram na propriedade de Nicolá não observaram as formalidades exigidas por lei. Essa falta de rigor no procedimento é um dos fatores que motivou a verificação da cópia.
Na época, determinou que as condições não vinham do canal de vídeos do Ministério Público, mas do livro escrito pela Revista Semana e pela diretora da Semana, Vicky Dávila. Estas fotografias mostravam o arguido e a sua esposa numa condição que, na opinião do juiz, poderia violar o direito à privacidade e à dignidade humana. “A publicação destas imagens representa uma grave violação dos direitos fundamentais”, afirmou no seu discurso.

A análise do juiz também avaliou o conceito de legítima defesa, que considerou não “difamatório” e foi respaldado por provas físicas. Por isso, ordenou que fossem investigados o promotor Mario Burgos, que liderou a operação, bem como os funcionários do CTI que participaram do ataque e de sua prisão. A verificação da cópia busca estabelecer as devidas responsabilidades e possíveis penalidades aos envolvidos, tanto judicialmente quanto na divulgação da imagem.

Durante o interrogatório de 28 de novembro de 2025, o juiz Carbonó aceitou os relatórios e documentos da moção de migração dos registros financeiros de Nicolás Petro Burgos, incluindo declarações fiscais e certificados emitidos pela Convenção Atlântica.
O juiz explicou que esses elementos, esses elementos, que a conversão chama de “quatro blocos”, estão relacionados à hipótese protetiva, que compara a legitimidade dos rendimentos do ex-deputado. Nas palavras de Carbonó, “elementos e extremos e anexos correspondem entre si através da ordem interna, do bloqueio dos quatro.
O juiz considerou que a importância desta prova é que ela mostra a ausência do verbo verbal mencionado no comportamento causado pelo comportamento causado pelo petro, ou seja, o elemento essencial. Carbonó destacou:
Outro aspecto da audiência é a admissão da declaração da data de nascimento de Dayuris Vásquez, esposa de Nicolás e considerada uma testemunha importante no processo. A defesa poderá recorrer a declarações públicas, tanto nos meios de comunicação social como nas redes sociais, para tentar testar a sua credibilidade, refrescar a memória e evidenciar possíveis contradições. Entre os meios de comunicação indicados pela defesa estão as rádios Radio W, Semana e Los Informantes, além do depoimento que Vásquez prestou no Ministério Público.















